Famílias Evangelizadas: uma proposta para O Ano Catequético

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Vivemos em um mundo secularizado. O noticiário da TV e do rádio só nos trazem violência; programas e novelas nos mostram famílias fragmentadas e dilaceradas, como se fossem exemplos a serem seguidos. Ouvimos muito falar que hoje já não se cultivam valores essenciais e nem se levam em conta preceitos religiosos quando estes interferem em nossa maneira de viver. No entanto, ainda ouvimos dizer que a família é a célula da sociedade; família é Igreja doméstica. Este desabafo inicial não é um desânimo, antes, trata-se de uma constatação, porém uma constatação que nos deixa inquietos.
Às vezes, quando estamos envolvidos com as ações da Igreja, supomos que vivemos novamente o período de Cristandade e pensamos que a educação da fé está sendo dada nas origens do lar, supostamente, cristão. Contudo, é fácil verificar que, em muitas famílias se encontram pessoas batizadas que não foram evangelizadas. Há muitos católicos que não receberam o anúncio de salvação de Jesus Cristo, mas que buscam a Igreja à procura de sacramentos. Por isso precisamos evangelizar as famílias.
Sabemos dos desafios que se apresentam para um trabalho de evangelização como esse. E sabemos também que não podemos nos limitar a oferecer uma catequese em nossas comunidades sem levar em conta a realidade das pessoas com quem convivemos. Uma realidade que consiste, tanto de um lado, na busca desenfreada pelo prazer, conforto, consumo, competição, quanto por outro, na luta pela sobrevivência, no trabalho como subsistência e na conquista de um mínimo de condições de vida.
Nesse contexto, a Igreja no Brasil nos oferece à reflexão, um Ano Catequético. Não um ano dedicado à catequese, como muitos poderiam pensar, uma preocupação apenas para catequistas, mas um ano de ações e promoções para “um despertar de todos os cristãos para a importância do aprofundamento e do amadurecimento na fé, vivida no seio de uma comunidade, empenhada em irradiar a vida em Cristo para toda a sociedade”. É o que nos diz o texto do Ano Catequético Nacional(2), documento aprovado por todos os bispos do Brasil na Assembléia da CNBB de 2007. Isto significa que a Igreja se dirige a todos os cristãos católicos, de todas as pastorais, de todos os movimentos, de todos os segmentos para que, em comunhão, numa verdadeira pastoral de conjunto, possamos “dar um novo impulso à catequese como serviço eclesial e como caminho para o discipulado”(3) de Jesus Cristo.
Algumas vezes, pode parecer que o discurso eclesial se apresente distante da realidade e que achemos inatingíveis as metas e os objetivos de uma proposta de ação missionária como essa. Daí logo levantarmos obstáculos e dificuldades e nos sentirmos incapazes de encetar tal missão. Todavia, alenta-nos o fato de não sermos uma Igreja de resultados, cabe-nos apenas, como discípulos missionários, semear. Como nos afirma São Paulo “Eu plantei, Apolo regou” (1Cor 3,6), Deus é que faz a obra crescer. A obra é d’Ele. O projeto do Reino é de Jesus Cristo.
A experiência de um encontro com o Mestre, a exemplo daquele que tiveram os discípulos de Emaús (Lc 24,13-35), experiência que abrasou seus corações e trouxe significado à sua caminhada, precisa ser levada às famílias de nossas comunidades, indiferentes, distantes, sofridas e pobres. E é preciso lembrar que antes de falar, Jesus ouviu as angústias e decepções dos discípulos e caminhou devagar com eles até levá-los à ressurreição de sua própria esperança. Muitas famílias precisam exatamente disso: serem ouvidas pela Igreja em suas decepções e angústias. Muitas famílias precisam de que a Igreja caminhe com elas devagar e lhes devolva a esperança.

Margareth Villalba(1)

Notas
1. Psicopedagoga e Coordenadora da Escola de Formação de Catequistas do Regional Centro-Oeste.
2. Texto-base do Ano Catequético Nacional nº 6
3. idem nº7

Vamos para a outra margem!

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Olhando o mundo, a comunidade em que vivemos, muitas vezes temos a sensação de estarmos num mar agitado e perturbado, em plena tempestade. E o pior que não é só sensação, estamos mesmo e nossa catequese está nesse meio.

E nessa confusão toda, quando achamos que já está tudo tão complicado, Jesus nos faz um convite: “Vamos para a outra margem!”, o mesmo convite feito aos discípulos naquele dia ao cair da tarde, quando se encaminham ao outro lado do lago, isto é, aos pagãos, àqueles que não conhecem a revelação do projeto de Deus. A travessia é cheia de perigos e conflitos, mas Jesus também participa da travessia.

E hoje nós Catequistas somos convidados, ou melhor, convocados a fazermos a travessia, ir para a outra margem, levar, anunciar Jesus às pessoas, a sair do nosso comodismo, indo ao encontro das famílias de nossos catequizandos.

É bom ver que estamos à caminho, mesmo com dificuldades, estamos indo ao outro lado do lago, indo ao encontro das famílias através das visitas e a cada visita, um momento de aprendizado, de crescimento na fé, de encontro com o próprio Cristo.


Encontramos famílias lindas, estruturadas, em que a travessia é bem tranqüila e anunciar Jesus ali fica fácil. Mas quando a calmaria é muita, prepare-se para as fortes tempestades.


Foi assim comigo, depois de uma visita tranqüila, fui ao encontro de outra família, visita essa que adiei ao máximo, pois já sabia o que me esperava.
Não sabia ao certo qual era a casa, parei o carro, fiz a “travessia” da rua onde havia uma mulher no portão (providência de Deus é claro), perguntei se era mãe do Gustavo, ela disse que sim, me identifiquei e fui convidada a entrar.


Eu não sabia por onde começar, pois ela não havia procurado a catequese, acho que nem sabia da existência de uma, cria seus sete filhos sozinha, cinco mora com ela, todos sem o batismo, com idade de 16, 15, 09, 03 e 02 mais ou menos. O motivo de minha visita foi o Gustavo, de 09 anos, o conheci num dia de lazer da catequese e tenho contato com ele na porta da Igreja onde fica olhando carros, é novo na área, mora apenas a três meses ali perto.


Antes mesmo do anuncio, a mãe começa a contar sua história, seu desespero, sua angústia e disse que estava lá fora pedindo a Deus uma luz, não sei se eu fui a luz, mas apareci ali naquele momento. Depois de ouvir tantas dificuldades, e ver quantas tempestades se passavam por ali, eu percebi que estava já do outro lado da margem, dentro de uma casa de pagãos.


Confesso que fiquei sem jeito de falar do amor de Deus meio a tanto sofrimento, pensei em ir logo preenchendo a ficha, tive medo, olhei pra minha Bíblia até então fechada e pensei: “Senhor, venha em meu auxilio!” e comecei a ler a passagem de Isaias 43.


As lágrimas rolavam copiosamente pelo rosto daquela mulher, quando disse a ela que meio a tantas tempestades, que Deus a amava muito e estava com ela, que ela não desanimasse e que a catequese estava ali para ajudá-la de alguma forma. Sai dali muito mal, pois sabia que ela agora precisava ver e sentir o amor de Deus em gestos concretos, pois estava sem luz, sem comida, com o aluguel atrasado, a pensão das duas filhas menores atrasadas, o Gustavo não conheceu o pai e foi um momento de desabafos, de confidências, mas dizia que ficaria firme, pois todos dependiam dela.

E quando fui à missa, ouvi o convite para irmos à outra margem, a vontade que tive foi de pegar aquele microfone e dizer que a outra margem estava ali debaixo do nosso nariz, era só atravessar a rua e ir ao encontro dessa família e nós ali recebendo Jesus na Eucaristia, que lindo, que desumano, chega a ser irônico. Desde a homília só fiz chorar e pensar naquela família, mas será que minhas lágrimas vão matar a fome ou amenizar um pouquinho toda aquela situação problemática daquela família? Não! Preciso fazer mais que chorar!

Precisamos sair da missa com o compromisso de mostrar "Quem é este homem, a quem até o vento e o mar obedecem à tantas famílias que estão vivendo esse "Mar" e "noite" com medo, sem perspectivas.
Esse "barco" que é o símbolo da comunidade de Jesus que navega pela história do povo está encalhado, porque nós estamos acomodados no nosso mundinho e com isso tanta gente ainda não conhece Jesus.

Vamos enfrentar a"tempestade",as dificuldades que se opõe à nossa missão e façamos a travessia junto com Jesus. Tem muita gente se perguntando: “Onde está Deus? Será que está dormindo?
Vamos “acordar” esse Deus que está adormecido em nós pra depois “acordar” o Deus na vida do próximo

E aí!: “Vamos para a outra margem?”

Imaculada Cintra
iccintra@hotmail.com
*Imaculada Cintra é catequista da Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Capelinha, em Franca/ SP

Vamos pintar o desenho de São Pedro?

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Imagem do corpo

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Objetivo: Desenvolver a consciência dos jovens em relação ao seu físico; perceber o papel dos meios de comunicação ao influenciar nossa auto-imagem e como esta afeta nossa conduta; introduzir um conceito mais amplo de beleza.

Material: cartolina, revistas, tesouras, cola e papel cortado em pedaços.
Desenvolvimento:
1º - Dividir os participantes em dois grupos segundo o sexo:
meninos e meninas (se for necessário, subdividir cada metade para que se formem equipes de cinco ou seis pessoas).
2º - Pedir ao grupo das meninas que faça uma colagem sobre o homem ideal e ao grupo dos meninos, sobre a mulher ideal.
3º - Cada subgrupo apresenta sua colagem aos demais.
4º - Plenário: discutir os seguintes pontos:
- Quais atributos nas mulheres atraem os homens?
- Quais atributos nos homens atraem as mulheres?
- Que diferença entre homens e mulheres você percebe, analisando os trabalhos apresentados?
- O que, para você, é mais importante na escolha do parceiro?
- Qual o papel que a imagem corporal ocupa na sua escolha?
- Como se forma em nós a idéia de “corpo atraente”?
5º - Fechamento: o facilitador conclui o trabalho mostrando que existe uma beleza além da física, chamando a atenção para a importância desta beleza interior estar refletida no físico, pois é ela que ilumina e dá cor ao ser humano.



Vocês podem usar essa dinâmica pra discutir os valores relacionados ao namoro e a catisdade também! No nosso grupo aqui de Crisma, Sandra e duas crismandas (monitoras do encontro do dia) discutiram também com essa dinâmica a importância de enxergar além dos olhos e verificaram que nos cartazes construídos ninguém mencinou nenhum sentimento ou qualidade, mas que trabalharam somente a imagem. Essa dinâmica dá pra explorar muita coisa, aproveitem!

Abraços fraternos,

Clécia Ribeiro e Sandra Avelino

São João Batista

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João Batista foi o precursor de Jesus, isto é, aquele que veio preparar o povo para recebê-lo. Á história da sua infância encontra-se no Novo Testamento, no evangelho de São Lucas, capítulo Primeiro, versículos 5 a 23 . Veja ainda (Lc l, 56-80). Alguns fatos da sua vida são narrados também nas outros três evangelhos: São Mateus, São Marcos e São João.

Zacarias e Isabel, os pais de João Batista, moravam numa cidade chamada Ain-Karim. Eram de idade avançada e não tinham filhos. Porém, eles confiavam muito em Deus e rezavam pedindo-lhe um filho.

Isabel sempre recordava as histórias dos milagres que Deus fizera para Sara e Ana, duas mulheres que também não podiam ter filhos. E que só se tornaram mães, quando já eram idosas. E ela dizia: "Deus podia me dar um nenê também".

E não demorou muito para esse milagre acontecer. Certo dia, Zacarias (que era sacerdote), teve uma visão de Deus. Enquanto ele estava no templo servindo e rezando por todo o povo, apareceu-lhe o anjo Gabriel e disse-lhe: "Deus ouviu a oração de vocês; sua esposa vai ter um filho, que se chamará João. Todos vão se alegrar com o seu nascimento". O mensageiro de Deus falou-lhe outras coisas interessantes sobre a missão de João. (Confira suas palavras em Lc 1,15-17.)

Mas Zacarias não acreditou muito e perguntou ao anjo: "Como saberei que isso vai acontecer? Pois sou velho e minha esposa também. Como poderemos ter filho?" O anjo lhe disse: "Você ficará mudo até o dia em que seu filho nascer, porque não acreditou nas minhas palavras".

Quando Zacarias saiu do templo, só se comunicando através de sinais, o povo percebeu que o sacerdote tivera uma visão de Deus.

Ele, porém, não explicou nada a ninguém. Só Isabel compreendeu, pois ficou grávida logo depois. Os dois ficaram muito felizes, e ansiosos, esperavam o nascimento de João.

Pouco tempo depois, uma jovem chamada Maria, que morava na cidade de Nazaré, recebeu também a visita do mesmo anjo, que falara com Zacarias.

Ao receber Maria, Isabel fica tão feliz que João Batista, ainda dentro dela, também vibrou saudando Jesus em Maria.

"Alegre-se Maria"! - disse-lhe ele. Tais palavras a assustaram, mas o mensageiro de Deus continuou: "Não tenhas medo. Porque você vai dar à luz um filho, o próprio Filho de Deus. Seu nome será Jesus.

O anjo lhe contou também que, apesar da velhice, Isabel engravidara e esperava um bebe. Então Maria compreendeu que "para Deus nada é impossível". Ela acreditou na mensagem do anjo e aceitou ser a mãe de Jesus.

Depois que Maria recebeu esta notícia, ela sentiu uma grande alegria. E foi visitar Isabel, sua prima.

"Certamente ela está precisando de ajuda" - pensava Maria. Afinal, não faltava muito tempo para o pequeno João nascer.


Fonte: Revista Família Cristã - Texto retirado do site: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/biblia/crianca/nt05.htm

CATEQUESE, um itinerário de fé...

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Todos nós temos nossa rotina diária, fazemos o mesmo percurso sem prestar atenção às “possíveis mudanças”. Isso aconteceu comigo num trajeto que faço quase que todos os dias, mecanicamente, simplesmente entrei na contramão, quando fui parada por um guarda com seu apito estridente. Eu, na maior naturalidade perguntei: “O que foi seu guarda?” Ele: “você entrou na contramão!”...“Eu, na contramão, como?, faço esse trajeto todos os dias, o que mudou?”(ainda bati boca com ele). Até que o coitado com toda paciência me explicou que havia tido mudanças e eu nem havia reparado nos “sinais” e nas faixas no chão.
Bem que achei estranho quando vi um sinal de PARE, onde até então havia o sinal de contramão, fiz o balão e de novo não reparei que agora aquela rua era mão única, foi imprudência pura. Tenho certeza de que o guarda pensou: “só podia ser loira mesmo!”, mas não! Foi até educado, me orientou e prossegui, prometendo ter mais cuidado!
Então gente, a nossa catequese tem dado sinais visíveis de que precisa haver uma mudança, que estamos nessa loucura de mão dupla, acontecendo alguns acidentes, percorrendo caminhos que levam nossos catequizandos a lugar nenhum (não estou generalizando, tudo tem suas exceções), mas precisamos fazer da nossa catequese uma via de mão única, onde o destino seja o encontro com Cristo ressuscitado, fazer da catequese um “itinerário de fé” e não “cursos” para se receber esse ou aquele sacramento.
Tendo a consciência de que toda mudança é complicadíssima até que todos entendam. Não podemos mudar somente o material e continuar fazendo o mesmo trajeto, percorrendo os mesmos passos. Seria o mesmo que mudar as placas de trânsito e o tráfego continuasse como antes. Para ocorrer aquela mudança no trânsito naquele local, com certeza houve muitos estudos, muitos acidentes precisaram acontecer ali até que chegassem à conclusão de que seria necessário uma mudança e o papel do guarda era o de orientar o povo acostumado àquela rotina, ele não estava ali para multar ninguém logo no primeiro dia (ainda bem!)
E é isso que temos que fazer quando promovemos qualquer mudança na nossa catequese depois de analisar a real necessidade, devemos agir como o guarda de trânsito estando de prontidão, acompanhando, capacitando e orientando os que insistem em fazer o mesmo percurso, mesmo com um baita PARE e com o manual de instrução em sua frente. É isso que vai acontecer com a mudança para a Catequese em Estilo Catecumenal, se não prestarmos atenção.
Quando a mudança prevê uma mudança de material, mudança de método, mudança na maneira de fazer catequese, isso implica primeiramente numa mudança de mentalidade por parte dos nossos padres, depois que os catequistas tenham uma abertura ao novo, a ousadia e a coragem de querer fazer parte de um novo processo, aderindo ao que a Igreja nos pede. E o que a Igreja nos pede é um “resgate” na maneira de formar nossos cristãos e se falamos em resgate é porque não é algo novo, falamos de algo que já existiu tempos atrás e que esteve adormecido, esquecido.
E prepare-se para os infratores, mesmo que inconscientes e sejamos pacientes. Não podemos correr o risco de caminharmos com pressa, achando que somos os donos da verdade, ir adiante e quando olharmos pra trás, percebermos que estamos sozinhos. O caminho se faz caminhando, passo a passo, todos juntos.
Toda mudança gera um certo desconforto, tanto por parte de quem recebe a mudança( catequizandos/pais), para quem a coloca em prática(catequistas) e para quem teve a idéia da “bendita” mudança, que pra muitos de bendita não tem nada e você corre o risco de escutar aquela frase assassina:“Eu falei que isso não daria certo!” ou “Pra que mudarmos, já fazemos assim a tantos anos!” e outras mais.
Li um pensamento que diz assim: “ Quando alguém encontra o caminho, precisa ter coragem para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada” (Brida). Mas, termino este texto com esse: “ O caminho da SABEDORIA é não ter medo de errar”. E que bom se errarmos tentando!
Sendo assim meus queridos catequistas, avante, temos um longo caminho a percorrer em busca de uma catequese melhor e eficaz.

Beijo grande e venha você também fazer parte desse grande exército!

Imaculada Cintra
*Imaculada Cintra é catequista da Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Capelinha, em Franca/ SP

Vamos colorir? **Festa Junina**

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Homenagem ao Padre Gisley

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Amigos e amigas, tudo que se diga é de menos.
Deixa que diga, contudo, um pouco das minhas lágrimas. Fazia tempo que não chorava tão profundo...O dia todo, de espaço em espaço...Choro duplo: por Gisley amigo, dedicado, querido, lutador...e por esta juventude que faz esse tipo de coisas.
Falta muita coisa por ser feita...Mesmo que nos matem...É verdade que somos doidos encantados pela juventude!
E não só a juventude boazinha, que reza, que faz coisocas...Por esta juventude que mata porque não foi amada...Uma juventude que nem sabe que é amada.
A grande criminosa é a sociedade que não se ama e, por isso, produz estes frutos que a gente, neste momento, só pode chorar. Infelizmente também nós, também a Igreja, também a Pastoral da Juventude é culpada por esta crueldade. Eles que pareciam estar tão longe, de repente entram em nossa casa...
Vontade de abraçar estes meninos e dizer: "Menino! nós te queremos bem..."Mas eles vão sofrer... Provavelmente vão ser mortos também. Que desgraceira!
E fico pensando em D. José Mauro, o mártir do Documento sobre a evangelização da Juventude efico olhando, agora, para o amigo Gisley, mártir daquilo que deveríamos ter começado há muito tempo deixando querelas bobas em vez de irmos ao encontro desses que precisam de nosso afeto.


Pe. Hilário Dick S.J.16 de junho de 2009


Certa feita, assitia uma reprise de uma pregação de Pe. Léo na Tv Canção Nova, e ele dizia, sobre um apresentador de tv que indignado falava sobre a violência , como quem quer fazer justiça pelas próprias mãos. Sabiamente, nosso amado sacerdote dizia: "O que você fez, enquanto cidadão, para que esses jovens não chegassem a cometer tais delitos?"
Não uso a expressão ao pé da letra, não me recordo na íntegra, mas ele quis dizer isso.
Pe. Gisley fez muito, tenho certeza, embora não o conhecesse. Seu fim nesta vida foi trágico, mas tenho certeza que ele preferiu e louvou a Deus por ter sido ele mesmo e não outro jovem, um pai de família, ou outra pessoa qualquer.
É muito triste que tenha sido assim. Tenho certeza, que agora mais do que nunca, precisamos deixar viva entre nós a mensagem desse sacertode assassinado, e amar... amar... mesmo os assassinos, esses mais ainda precisam sentir esse amor, amor que resgata, liberta, transforma para uma vida nova!
Que a partida de Pe. Gisley nos deixe com mais sede de amor e transformação, que possamos ultrapassar as paredes dos templos onde pregamos, ouvimos, louvamos e possamos agir, sem medidas onde esses jovens mais precisam de nós!
Um beijo triste,
Clécia Ribeiro

Trabalhando Sentimentos

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Para melhor visulização clique na imagem.


Obrigada por você existir Clécia!

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“Você também precisa saber, que antes mesmo de nascer, Deus já tinha um plano pra você! Um lindo propósito, uma missão, um sonho guardado em seu coração, pra viver e marcar sua geração,”

Hoje 15 de junho, é uma data muito especial! Hoje minha querida companheira e amiga Clécia completa mais um ano de existência.
Clécia, é difícil descrever o quanto você tem sido importante em minha vida, tenho aprendido muito com esse tempo que estamos passando juntas. Você é pra mim um exemplo de cristã, exemplo de fé e de perseverança e a tudo isso eu agradeço a Deus.
Durante toda a minha vida, muitas pessoas passaram por mim, dia após dia. Mas somente algumas dessas pessoas ficarão para sempre em minha memória. Essas pessoas são ditas como amigas, e as levarei para sempre no meu coração. As vezes pelo simples fato de terem cruzado no meu caminho...As vezes pelo simples fato de terem dito uma única palavra de conforto quando eu precisei....As vezes por me ter dado um minuto da sua atenção e me ouvido falar das minhas angústias, medos, vitórias, derrotas ....As vezes por ter confiado em mim e me contado também seus problemas, angústias, vitórias, derrotas .....E AMIGOS de verdade ficam para sempre em nossos corações, assim como as pegadas na alma são indestrutíveis !
A ti minha amiga,
Tu és muito especial e importante para mim...
Eu adoro-te muito....
Tu amizade para mim tem um valor enorme, e nada que eu te possa dizer pode ser tão especial ou mais significativo do que a tua amizade para mim!


“Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder. Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, Da maneira mais discreta que eu souber. Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade. Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar. Nem ausente, nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz."
Fernando Pessoa

Que nesta data realmente querida peço a Deus que continue lhe dando sabedoria pra continuar nessa jornada que Deus preparou pra ti! Obrigada por seres minha amiga e eu agradeço todo dia a Deus de todo o coração por ter te conhecido.


~♥~♥~Sandra Avelino~♥~♥~

CATEQUISTA DETETIVE???

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Eu sei que o catequista tem um pouco de professor, pois precisa de didática, postura, impor respeito, mas não é um professor, nem os catequizandos são alunos, mas somos confundidos como tal, sabemos que somos mães e pais desses catequizandos, ouvimos, damos broncas, aconselhamos, só faltamos dar umas palmadas, isso não podemos!, catequista é meio psicóloga, enfermeiros, somos até babás, pois ficamos um tempão esperando pelos pais buscarem seus filhos na catequese...
Mas alguém já falou pra vocês que devem ser detetives? Não!!! Pois é!...precisamos!

O que faz um detetive para desvendar algo, desvendar um mistério. Ele precisa ir atrás, ele precisa suar a camisa, precisa perguntar, estudar cada detalhe, observar tudo, aprender, e pensar muito para chegar numa conclusão certa, sem erros!
Então...essa é exatamente nossa missão! Correr atrás para aprender e explicar de forma simples para o catequizando aquilo que é realmente necessário!Aprender sobre a pessoa de Jesus, quem foi, qual era seu programa de vida, o que ele espera de nós como cristãos. Saber de doutrina, em que acreditamos. O que nos diz cada mandamento, cada sacramento. E isso nós só vamos passar se nós primeiro acreditarmos no que estamos falando. E os catequizandos percebem quando você fala por falar e quando você fala com convicção.
Um catequista que ao falar de Cristo não traz um brilho no olhar, não vai cumprir bem seu papel. O catequista precisa trazer esse brilho no olhar, essa alegria ao falar de Jesus. Brincadeiras e dinâmicas não adiantarão se te faltar esse brilho no olhar. Jogos e cartazes não farão diferença se o teu sorriso e a tua esperança não mostrarem aquilo que é a tua alma.
O importante para um bom catequista é acreditar em quem ele anuncia, ou seja, acreditar no Cristo! E só pode desvendar algo, se você for atrás também. É igual aos filmes de detetive.
Apresente o Cristo que você ama e segue aos seus catequizandos . E se hoje você precisar aprender mais para evangelizar e catequisar melhor, vai se informando, lendo, pesquisando, tirando suas dúvidas com pessoas que conhecem os ensinamentos da Igreja. Seja catequisado para catequisar. Não se acomode, não ache que o catequista é um iluminado e tudo vai cair do céu. Faça a sua parte e o Espírito Santo fará a dele.
A sua espiritualidade você busca na leitura de bons livros, textos, no próprio tempo litúrgico quando você participa das missas. Assim você vai se formando, se moldando num bom catequista.
Pois a nossa missão nada mais é do que dar continuidade à missão iniciada pelo próprio Cristo. Não é brincadeira não. Não podemos ir empurrando com a barriga de qualquer jeito.
Temos a consciência ou deveríamos ter de que a catequese deve transformar as pessoas e assim a sociedade. E só conseguiremos isso formando cristãos de verdade, cristãos que saibam defender as nossas verdades, que saibam ter uma consciência crítica dos desafios que o mundo apresenta.


Imaculada Cintra
iccintra@hotmail.com
*Imaculada Cintra é catequista da Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Capelinha, em Franca/ SP
Fonte de parte desse material:blog.cancaonova.com/dominusnobiscum

SANTO ANTONIO - O SANTO MAIS POPULAR DO BRASIL

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O Santo de hoje é...

SANTO ANTONIO
"Fernando de Bulhões e Taveira nasceu em Lisboa. Ordenado sacerdote entre os cônegos regulares de Santo Agostinho, deixou-se fascinar pelo ideal franciscano, por ter visto os corpos dos cinco primeiros mártires franciscanos de Marrocos. Entrou no convento de Santo Antônio de Coimbra, onde recebeu o nome de Antônio(...).
No dia 13 de junho, celebra-se o dia de Santo Antônio, que foi definido pelo Papa João Paulo II como "um homem evangélico", pela sua luta em viver o Evangelho no cotidiano.
Santo Antônio insiste em seus ensinamentos sobre a importância do desapego das coisas, sobre a calma, a solidão, o silêncio, os quais permitem escutar e ver Deus.

CURIOSIDADES!
Santo Antonio é o santo mais popular do Brasil. Conta a lenda que certo dia ele ajudou uma pobre moça a se casar. Ela não tinha dinheiro para apresentar como dote, a fim de que pudesse se casar. Então, Santo Antonio disse-lhe que tivesse fé e logo surgiram, milagrosamente, moedas de ouro e a moça realizou o seu sonho.
Este santo também é invocado para achar objetos perdidos.
Por que existe o "pão de Santo Antonio" ou o "pão dos pobres"?
Santo Antonio, que era frade franciscano ajudava sempre os pobres e todos os dias distribuía alimento aos que passavam fome. É por isso que em vários lugares existe o costume de seus devotos distribuírem alimentos e pães para ajudar os mais carentes. No dia da festa do santo acontece também a distribuição dos pãezinhos. Muitas pessoas os colocam dentro dos potes de farinha ou de algum outro alimento, presente na despensa, para que nunca falte a comida em suas casas.



Catequizandos, vamos rezar com Santo Antonio ?
Oração a Santo Antônio para pedir uma graça
Lembrai-vos, ó grande santo Antônio, que o erro, a morte, as calamidades, o demônio, as doenças contagiosas, fogem por vossa intercessão. Por vós, os doentes recobram a saúde, o mar se acalma, as cadeias dos cativos quebram-se, os estropiados recobram os membros, as coisas perdidas voltam a seus donos. Os jovens e os velhos que a vós recorrem são sempre ouvidos. Os perigos e as necessidades desaparecem. Cheio de confiança, dirijo-me a Vós. Mostrai hoje vosso poder e obtende-me a graça que desejo.............. (citar a graça) . Amém.


Fontes:http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4003 e http://www.cantodapaz.com.br/blog/2008/05/31/dia-namorados-santo-antonio/

Tapete de Corpus Cristhi

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A turma de Crisma da sexta a noite da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Tomba, resolveu se juntar para confeccionar um tapete na procissão de Corpus Christi. Foi uma idéia inovadora da qual gostei muito (devo confessar!). Apesar de ser a nossa primeira vez, e de ninguém ter experiências com trabalhos artísticos, nos arriscamos e fomos ate a Catedral. Devo ressaltar alguns pontos positivos e negativos, foram eles:
Paloma, Jeferson, Geisa, Liliane (Mony) e Priscila
estiveram o tempo todo muito animados, a alegria deles foi contagiante e todos estavam prontos no horário combinado 5:00 am (bom, devo confessar que eu atrasei um pouquinho em virtude do transporte, acabei conseguindo de ultima hora uma carona que nos deixou na catedral), além de muito animados, também não tiveram medo de meter a mão na massa, que o diga Jefferson, Mony e Priscila ( detalhe, eles são irmãos) einh! Eu os ajudei ate certos pontos depois só observei eles caminharem e depois do tapete pronto, todos estavam muitos satisfeitos e entusiasmados, teve gente ate que ficava contando os elogios recebidos! Isso tudo foi positivo, já devo confessar também que não fomos devidamente preparados, da turma de quase 30, apenas esses 5 participaram, e soube também que uma crismanda ficou sem ir por falta de comunicação . Mas no geral, eles foram nota 1.000!
Dessa experiência que deu certo, tenho muito que agradecer a todos esses jovens, ao motorista da carona ( bom essa carona é outra historia que depois precisa ser contada, rsss), a paróquia, a Clécia que não pode ir, mas conseguiu parte do mateial e a Deus principalmente, pois sem eles, nada daquilo teria sido possivel. Deixo agora a vocês um texto para reflexão, um texto de Pe. Zezinho que me inspirou no momento da escolha do desenho tapete.


DOIS RISCOS TEM A CRUZ DE CRISTO
Tem dois riscos a cruz de Cristo. Um horizontal e outro vertical. O vertical sustenta o horizontal e o eleva. Mas um não vive sem o outro. Sem os dois é apenas um poste, mas não é cruz. Foi Jesus quem disse que daria sentido à cruz e que, quando fosse elevado atrairia todos a Ele.( Mt 16,21;Jo 3,14; Jo 12,32 )
Suspenso entre o céu e a terra ele mostrou que sabia o que fazer com aquela cruz e indicou-nos o que fazer com as nossas. Morreu entre os dois riscos porque viveu os dois riscos: o de pregar um céu e uma terra para todos. Mas isto significava perdoar, conviver sem preconceitos e repartir. Há pessoas capazes de matar para não ter que fazer isso. São como tigres que se apossam de uma carcaça ou de um território. Matam quem tenta partilhar aquele espaço. Mataram Jesus porque insistiu no pão repartido e nos direitos iguais.
De dois riscos a cruz de Jesus foi feita: o do Céu e o da Terra. O do Céu vai fundo na Terra e o da Terra se eleva bem alto. Era desses dois riscos que Jesus falava: trazer o Céu para a Terra e levar a Terra para o Céu. Como eram dois riscos que exigem muito, pregaram Jesus entre eles.
É por isso que eu carrego crucifixos no peito. Tem dois riscos este sinal. É o motivo porque, quando me benzo ou quando alguém pede a minha bênção traço dois riscos sobre mim ou sobre ele. Céu na Terra e Terra no Céu. Não. Eu não tenho vergonha de usar crucifixos. Para mim não é amuleto: lembrança de um perdão infinito! Eu uso crucifixos! Creio e sou grato a Jesus pelo que Ele fez pela humanidade.
Se alguém não quer usar, que não use! Mas respeite o meu direito de lembrar onde ele esteve e como foi que Ele me salvou. Quem gosta de lembrar o sangue de Cristo que o salvou, lembre-se então que foi numa cruz que ele derramou a ultima gota! Agradeçamos juntos, você lembrando o sangue que tem poder e eu lembrando aqueles braços abertos entre dois madeiros de onde ele disse que atrairia todos a Ele!
Tem dois riscos a minha cruz! Dois riscos que elevaram muita gente. Continuo achando que quanto maior a cruz, mais alto se eleva o crucificado!


Sandra Avelino



Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Tomba - Feira de Santana Bahia


CATEQUISTA É COMO CANA DE AÇÚCAR

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Passo à vocês, um trecho do livro “Educar pela conquista e pela fé” do Felipe Aquino, que podemos muito bem usar nos nossos encontros.
“Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, nenhum porco morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão. Temos que vencer pela força da razão e não pela razão da força.
Devemos ser como a cana de açúcar, que, mesmo posta na moenda, esmagada de todo, reduzida a bagaço, só sabe dar doçura...”
Sei que esse trecho vai te incomodar um pouquinho, assim como me incomodou, pois a nossa realidade é gritante e nós muitas vezes queremos gritar mais ainda. Outro dia, passei por uma sala de catequese, que parecia ter mil crianças, de tanta conversa, entrei e as questionei, como conseguiam captar alguma coisa com aquela proza toda e comecei a fazer
algumas perguntas sobre o encontro dado, no que os falantes responderam direitinho, tudo bem que a catequista estava totalmente sem voz, pois pra ser ouvida, tinha que aumentar cada vez mais o tom da voz e isso sabemos que acontece automaticamente, quando percebemos estamos berrando e ficamos agitados, cansados, saímos do encontro parecendo essa cana passada pelo engenho, sugada ao extremo...
E percebi uma outra coisa que podemos ajustar nos encontros, de um lado a turma dos falantes, do outro a turma dos calados, podemos e devemos mesclar, evitando assim as panelinhas de pressão que nos fazem explodir.
Faço uma dinâmica que quase sempre funciona, quando estou tentando passar alguma coisa e não consigo por conta da conversa, paro o que estou falando e baixinho começo a rezar uma ave-maria e automaticamente todos começam a rezar e estão tão distraídos que nem sabem o porque da Ave-Maria, no que falo pausadamente : “se for necessário rezamos aqui um terço inteiro... posso continuar?”. Quase sempre dá certo, ao menos por um tempo.
Fazer com que nossos catequizandos saibam o momento de falar, o momento de escutar é algo muito difícil, pois eles não foram educados para esse momento de escuta das coisas de Deus.
Aí está uma das nossas maiores dificuldades na catequese... Fazer com que a voz de Deus seja ouvida, meio a tanto ruídos...

Que a Virgem do Silêncio interceda por cada um de nós!!!
Um beijo silencioso! Escute como sussurro : “Jesus te ama muito”! Sabia?

Imaculada Cintra
iccintra@hotmail.com

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Imaculada Cintra é catequista da Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Capelinha, em Franca/ SP

10.000 acessos ...Uhuuuu

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Em pouco menos de três meses no ar, o blog já passou dos 10.000 acessos.Obrigado a todos que por aqui passam e sigamos em frente!!!


Abraços Fraternos
Clécia e Sandra

Muito Obrigado!

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Pessoal, estamos muito felizes com os acessos que este blog tem recebido! Deus os abençoe sempre! E queremos comunicar que temos tambem um album de imagens na web, para quem não conhece o o link para ele é:

Temos também agora vários livros didáticos que podem ser adaptados e utilizados durante o periodo de catequização. Eis aqui alguns desses livros:

Espero que algum agrade e que seja de utilidade de vocês!
Paz e Bem!

Clécia Ribeiro e Sandra Avelino
Catequistas da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Arquidiocese de Feira de Santana/Ba.

CORPUS CHRISTI

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Existem ao decorrer do ano, diversas datas que são definidas como feriado, seja, municipal, estadual ou nacional. Geralmente, um feriado sempre é bem vindo; para muitos isso é sinônimo de folga no trabalho e diversão. Mas, há uma questão muito séria que encontra-se por trás de alguns destes feriados, são os dias santos.
Corpus Christi é uma festa ao Corpo de Cristo. É uma data adotada pela nossa Igreja Católica, para comemorar a presença real de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, pela mudança da substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue.
Em 1983, o novo Código de Direit
o Canônico – cânon 944 – mantém a obrigação de se manifestar ‘o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia’ e ‘onde for possível, haja procissão pelas vias públicas’, mas os bispos escolham a melhor maneira de fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da manifestação.
A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: ‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes.
Irmãos queridos, somos chamados a uma vida santa e compromissados com as verdades de Deus que estão expressas de forma clara na Bíblia; o Espírito Santo move e faz-nos ver que é incompatível com a fé verdadeira participar destas consagrações tradicionais em algumas cidades. E, na condição de separados que somos, é sábio declararmos diante das trevas que anulamos em nome de Jesus Cristo, todo poder e autoridade constituída pelos homens às forças espirituais contra nossas vidas. O passo seguinte é procurarmos viver um dia, de muita vigilância e consagração ao Senhor, para que não sejamos atingidos pelo inimigo.
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Baseada na necessidade da catequese e em outros blogs, criei um exercício sobre o tema. Mas devido ao novo formato do blog, a imagem não fica legivel, mas visualize clicando na imagem ou nesse endereço abaixo:

http://picasaweb.google.com.br/catequese.caminhando/Atividades#5343596662770755074

Grande beijo e até a próxima!
Clécia Ribeiro e Sandra Avelino
Catequistas da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Arquidiocese de Feira de Santana/Ba.


Santíssima Trindade e Corpus Christi

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Boliche da fé

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Neste último domingo 31/05, Dia de Pentecostes e encerramento do mês de Nossa Senhora, nós catequistas da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro nos encontramos na Comunidade São Camilo para uma formação. Pela manhã estudamos Atos dos Apóstolos, com a Ir. Severina. A tarde eu e Sandra Avelino ficamos responsáveis por aplicar dinâmicas e brincadeiras.
Confesso a vocês que foi surpreendente. Selecionamos inúmeras, mas o tempo não nos permitiu aplicar todas, sei que os catequistas se divertiram bastante.
É tão bom vermos esses momentos como momentos de partilha, enriquecimento pessoal e valorização da pessoa do catequista. Muitas vezes convidamos esses e aqueles profissionais e membros das diversas pastorais, que também são importantes, para partilhar conosco suas vivências. Eu gosto sempre de ouvir catequistas, escutar suas experiências, suas dúvidas, aprender com um colega de pastoral. Aqui temos valorizado muito a figura do catequista, e principalmente as pratas da casa.

Hoje, queremos partilhar com vocês a brincadeira abaixo , brevemente as fotos estarão no nosso orkut, vistem-nos e sejam nossos amigos lá também. O link está na página!

BOLICHE DA FÉ

Objetivos:
*Mostrar que Fé supera desafios;
*Testemunhar que com fé e perseverança venceremos todos os obstáculos da vida.
Duração: 15 min.
Público: crianças, jovens ou adultos - mínimo 5 pessoas.
Material: Bola pequena, 10 vasilhames de refrigerante descartáveis, transparentes e com tampa; tinta guache (diversas cores) e onze etiquetas adesivas.

Encha as garrafas com água. Para dar um colorido a cada uma das garrafas misture um pouco de guache na água.
Escreva nas etiquetas 10 obstáculos que dificultam a missão de evangelizar e que nos afastam de Deus, como por exemplo: egoísmo, inveja, etc. Peça sugestões as crianças do grupo. Cole uma etiqueta em cada garrafa e peça as crianças que as arrumem num extremo da sala, como se fossem um jogo de boliche.
Converse com as crianças sobre o que seria capaz de derrubar estes desafios. Afixe na bola, uma etiqueta com a palavra FÉ.
Começa o jogo, todos deverão mirar os obstáculos e jogar a bola para tentar derrubá-los. Ganha quem conseguir derrubar todos os obstáculos.
Termine fazendo uma reflexão, mostrando que aqueles que crêem em Deus são capazes de superar esses obstáculos e realizar grandes obras em Seu nome.

Obs: Ao invés de água, podem encher as garrafas com areia mesmo e colar durex colorido que fica bem bonito!

Os catequistas vibraram muito ao realizar essa brincadeira e apontaram outras maneiras de explorá-la. O interessante é que eu e Sandra, não diziamos de cara qual o objetivo da dinâmica aplicada, ao final, nós questionavámos onde, como, quando e com quem poderíamos trabalhar as dinâmicas, os jogos ou as brincadeiras e saia muita coisas boa, provando que o catequista sempre pode inovar e adaptar o que tem vivido a sua turma, a um determinado tema.

Grande beijo e até a próxima!
Clécia Ribeiro e Sandra Avelino
Catequistas da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Arquidiocese de Feira de Santana/Ba.
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