O purgatório na Bíblia

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Encontrei este texto no site http://www.catequisar.com.br o principal site de Catequese da rede. Achei interessante postá-lo aqui pois nas proximidades do dia de finados, é preciso ter algumas coisas bastante claras. Tenho certeza que o texto nos ajudará muito!


Muitos me perguntam onde está na Bíblia o Purgatório? Ele é uma exigência da razão e mesmo da caridade de Deus por nós. A palavra “Purgatório” não existe na Bíblia, foi criada pela Igreja, mas a realidade, o “conceito doutrinário” deste estado de purificação existe amplamente na Sagrada Escritura como vamos ver. A Igreja não tem dúvida desta realidade por isso, desde o primeiro século reza pelo sufrágio das almas do Purgatório.

1 - São Gregório Magno (†604), Papa e doutor da Igreja, explicava o Purgatório a partir de uma palavra de Jesus: “No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo que se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado nem no presente século nem no século futuro (Mt 12,31). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro” (Dial. 41,3). O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. Mostra o Senhor Jesus, então, neste trecho, implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, após a morte.

2 - O ensinamento sobre o Purgatório tem raízes já na crença dos próprios judeus do Antigo Testamento; cerca de 200 anos antes de Cristo, quando ocorreu o episódio de Judas Macabeus. Narra-se aí que alguns soldados judeus foram encontrados mortos num campo de batalha, tendo debaixo de suas roupas alguns objetos consagrados aos ídolos, o que era proibido pela Lei de Moisés. Então Judas Macabeus mandou fazer uma coleta para que fosse oferecido em Jerusalém um sacrifício pelos pecados desses soldados. “Então encontraram debaixo da túnica de cada um dos mortos objetos consagrados aos ídolos de Jâmnia, coisas proibidas pela Lei dos judeus. Ficou assim evidente a todos que haviam tombado por aquele motivos… puseram-me em oração, implorando que o pecado cometido encontrasse completo perdão… Depois [Judas] ajuntou, numa coleta individual, cerca de duas mil dracmas de prata, que enviou a Jerusalém para que se oferecesse um sacrifício propiciatório. Com ação tão bela e nobre ele tinha em consideração a ressurreição, porque, se não cresse na ressurreição dos mortos, teria sido coisa supérflua e vã orar pelos defuntos. Além disso, considerava a magnífica recompensa que está reservada àqueles que adormecem com sentimentos de piedade. Santo e pio pensamento! Por isso, mandou oferecer o sacrifício expiatório, para que os mortos fossem absolvidos do pecado” (2Mc 12,39-45).

O autor sagrado, inspirado pelo Espírito Santo, louva a ação de Judas: “Se ele não esperasse que os mortos que haviam sucumbido iriam ressuscitar, seria supérfluo e tolo rezar pelos mortos. Mas, se considerasse que uma belíssima recompensa está reservada para os que adormeceram piedosamente, então era santo e piedoso o seu modo de pensar. Eis porque ele mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, afim de que fossem absolvidos do seu pecado”. (2 Mac 12,44s) .Neste caso, vemos pessoas que morreram na amizade de Deus, mas com uma incoerência, que não foi a negação da fé, já que estavam combatendo no exército do povo de Deus contra os inimigos da fé. Cometeram uma falta que não foi mortal.

Fica claro no texto de Macabeus que os judeus oravam pelos seus mortos e por eles ofereciam sacrifícios, e que os sacerdotes hebreus já naquele tempo aceitavam e ofereciam sacrifícios em expiação dos pecados dos falecidos e que esta prática estava apoiada sobre a crença na ressurreição dos mortos. E como o livro dos Macabeus pertence ao cânon dos livros inspirados, aqui também está uma base bíblica para a crença no Purgatório e para a oração em favor dos mortos.

3 - Com base nos ensinamentos de São Paulo, a Igreja entendeu também a realidade do Purgatório. Em 1Cor 3,10, ele fala de pessoas que construíram sobre o fundamento que é Jesus Cristo, utilizando uns, material precioso, resistente ao fogo (ouro, prata, pedras preciosas) e, outros, materiais que não resistem ao fogo (palha, madeira). São todos fiéis a Cristo, mas uns com muito zelo e fervor, e outros com tibieza e relutância. E S. Paulo apresenta o juízo de Deus sob a imagem do fogo a provar as obras de cada um. Se a obra resistir, o seu autor “receberá uma recompensa”; mas, se não resistir, o seu autor “sofrerá detrimento”, isto é, uma pena; que não será a condenação; pois o texto diz explicitamente que o trabalhador “se salvará, mas como que através do fogo”, isto é, com sofrimentos.

4 - Na passagem de Mc 3,29, também há uma imagem nítida do Purgatório:”Mas, se o tal administrador imaginar consigo: ‘Meu senhor tardará a vir’. E começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar (…) e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes.” (Lc 12,45-48). É uma referência clara ao que a Igreja chama de Purgatório. Após a morte, portanto, há um “estado” onde os “pouco fiéis” haverão de ser purificados.

5 - Outra passagem bíblica que dá margem a pensar no Purgatório é a de (Lc 12,58-59): “Ora, quando fores com o teu adversário ao magistrado, faze o possível para entrar em acordo com ele pelo caminho, a fim de que ele não te arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao executor, e o executor te ponha na prisão. Digo-te: não sairás dali, até pagares o último centavo.”

O Senhor Jesus ensina que devemos sempre entrar “em acordo” com o próximo, pois caso contrário, ao fim da vida seremos entregues ao juiz (Deus), nos colocará na “prisão” (Purgatório); dali não sairemos até termos pago à justiça divina toda nossa dívida, “até o último centavo”. Mas um dia haveremos de sair. A condenação neste caso não é eterna. A mesma parábola está´ em Mt 5, 22-26: “Assume logo uma atitude reconciliadora com o teu adversário, enquanto estás a caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e, assim, sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo” . A chave deste ensinamento se encontra na conclusão deste discurso de Jesus: “serás lançado na prisão”, e dali não se sai “enquanto não pagar o último centavo”.

6 - A Passagem de São Pedro 1Pe 3,18-19; 4,6, indica-nos também a realidade do Purgatório:”Pois também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados (…) padeceu a morte em sua carne, mas foi vivificado quanto ao espírito. É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos na prisão, aqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes (…).” Nesta “prisão” ou “limbo” dos antepassados, onde os espíritos dos antigos estavam presos, e onde Jesus Cristo foi pregar durante o Sábado Santo, a Igreja viu uma figura do Purgatório. O texto indica que Cristo foi pregar “àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes”. Temos, portanto, um “estado” onde as almas dos antepassados aguardavam a salvação. Não é um lugar de tormento eterno, mas também não é um lugar de alegria eterna na presença de Deus, não é o céu. È um “lugar” onde os espíritos aguardavam a salvação e purificação comunicada pelo próprio Cristo.

Prof. Felipe Aquino
E nesse dia de finados, como diz Padre Marcelo Rossi: Saudade sim, tristeza não!
Grande abraço,
Clécia Ribeiro e Sandra Avelino

NOTA DE REPÚDIO

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”Felizes sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de mim”. (Mt 5,11)

A DIOCESE DE RORAIMA vem a público repudiar a agressão física sofrida por um de seus missionários, o padre Comboniano JOAQUIM FONSECA, enquanto aguardava a balsa do “passarão” para a travessia, na manhã do dia 10 de outubro próximo passado.

O motivo da agressão do missionário, de 61 anos de idade, foi o fato deste ter respondido afirmativamente à indagação se era Padre da Diocese de Roraima. O agressor iniciou sua abominável conduta com palavras de baixo calão, palavrões, declarando que “A Igreja era a pior desgraça que tinha em Roraima”, finalizando-a com um soco que derrubou por terra o sacerdote, ao perceber que a placa de seu carro estava sendo registrada pelo missionário.

O padre Joaquim, em momento algum, esboçou reação. O caso foi registrado à autoridade policial competente para as devidas providências.

Todo cidadão tem direito de expressar opinião a respeito de tudo o que lhe interessar, mas não lhe é per

mitido abordar e ofender ninguém pelo fato de professar uma fé ou defender ideais religiosos. E aqui se trata de uma pessoa com idade já um pouco avançada.

Este tipo de intolerância e desrespeito é inconcebível em um Estado Democrático de Direito e, por isso, dever ser urgentemente extirpada do seio social.

A Diocese de Roraima, continuará sua Ação Evangelizadora, buscando a fidelidade à Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo e não se abaterá diante daqueles que se julgam donos desta terra.

Unidos na certeza de que é Ele que caminha à nossa frente, invocamos a proteção da Mãe dos Perseguidos, para que a Igreja Diocesana de Roraima seja fiel à sua missão.

“Não te perturbes, nada te espante, quem com Deus anda nada lhe falta”. (Santa Teresa)

Boa Vista, RR, 15 de outubro de 2009

†Roque Paloschi

Bispo da Diocese de Roraima



Caros amigos e amigas em Cristo,

Recebi há alguns dias esta nota, que me foi enviada pelo amigo Eduardo Romero, de Porto Alegre. Em meio acrescente violência, percebo que em pleno século XXI as pessoas ainda não aprenderam a respeitar.

A espécie humana, única capaz de destruir o meio em que vive, única capaz de matar o seu semelhante, mesmo sendo dotada de inteligência, por suas atitudes infames nos faz perguntar: Onde vamos parar?

O respeito a diversidade inclui o respeito a religião, mas que palavra é essa tão esquecida, tão menosprezada em nosso vocabulário, em nossas ações? RESPEITO!

Quando compreendermos que Deus é uma verdade infinitamente maior do que aquelas que nós forjamos e quando aprenderemos a respeitar o outro construiremos também em nós o respeito que tanto precisamos.

Neste mês em que lembramos e celebramos os missionários, que esta nota não passe desapercebida e quem sabe um dia, nossa força será canalizada para trabalharmos em prol de uma sociedade mais justa, menos desigual e não em atos bárbaros de total irracionalidade e falta de respeito como este denunciado.

Anunciando e denunciando,

Clécia Ribeiro



Vinde a Mim dá-me tua tristeza, tuas dores e o teu coração

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Vamos voltar ao primeiro amor?
Que esta semana cada um possa regressar ao colo de Jesus com calma , com tempo.
Aas vezes reclamamos que não temos tempo para isto ou aquilo, principalmente quando esse tempo é para as coisas de Deus.

Vamos redefinir nossas prioridades! Já pensou nisso?
O que tem sido prioridade pra você?

Boa semana, no colo do Rei!
Abraços,
Clécia e Sandra


Os bichos

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No cotidiano da vida precisamos reconhecer os diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer. Vamos observar os bichos! Eles ajudam a ver como somos muitas vezes, positiva ou negativamente, em nossos encontros. Podemos seguir estes passos:

Desenvolvimento:

1. Distribuir aos participantes a lista de alguns bichos, conforme descrita abaixo. Ler em silêncio o texto e escolher 3 bichos que apresentam as características que mais se assemelham aos integrantes do grupo.

2. Eleger os 3 bichos mais indicados e formar três grupos. Cada grupo deverá aprofundar as características de um dos bichos, como elas se manifestam no cotidiano da vida. Claro que muitas de nossas atitudes são inconscientes, mas isso não significa que elas não possam ser mudadas.

3. Os 3 grupos devem apresentar (de forma bem criativa) as características do bicho escolhido. Em seguida, em plenário, todo grupo faz comentários sobre o assunto.

COBRA: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. É fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.

GATO: É companheiro prestativo, carinhoso e muito esperto.

BORBOLETA: Sempre está voando. Por isso não é acomodada. Alegra o ambiente com seu jeito de ir ao encontro de todos.

PAPAGAIO: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o mal.

CAVALO: Dá patada em todos. Às vezes é bom de serviço. Mas é muito bruto.

PAVÃO: Fica sempre de leque aberto. Mostra sempre sua cultura. Acha que é o mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.

BOI: Sossegado, tranqüilo, não sabe da força que tem. É esforçado e topa qualquer trabalho.

POMBO: Vive de conversinhas com o companheiro(as) do lado. Só vive de par.

URUBU: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.

FORMIGA: Operária, trabalhadeira, ativista. Faz, faz sem pensar e acaba destruindo muita coisa boa. Trabalha, trabalha sempre em grupo, mas não avalia, nem planeja.

GALINHA-D'ANGOLA: Fala a mesma coisa o dia inteiro: "tô fraco"... Não acredita em si mesma, mas tem que falar.

PATO: Caminha lentamente, sempre pateta. Quer sombra e água fresca; promete e não cumpre. Não se envolve com nada e nunca quer saber de nada.

CIGARRA: Só gosta de cantar, é omissa. O mundo pode acabar ela não se preocupa: é aproveitadora.

MACACO: Espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir, ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.

LEÃO: Sempre o mais poderoso, o rei de todos, domina a todos os animais, e agarra as pessoas pelas presas. Faz tudo sozinho, quando urra todos os participantes se calam.

RATINHO: Estraga tudo, destrói. Fica sempre escondido pelos cantinhos. Tem muito medo do leão e dos outros animais. Passa pelo grupo sempre em disparada.

HIENA: Não tem opinião própria. Adora o Leão e é puxa-saco. Gosta sempre de quem está no poder. Ri dos outros.

CORUJA: Não fala, mas presta muita atenção. Nunca dá sua opinião. Fica sempre de cara feia. Não liga para ninguém, não contribui com nada.

LAGARTIXA: Abana a cabeça mas não fala, concorda com tudo e sempre diz: "É isto mesmo"


Acho que podemos fazer uma ótima reflexão sobre nossos comportamentos a partir dessa dinâmica, espero que gostem.

Abraços fraternos,

Clécia e Sandra


Não tenham medo nem vergonha de evangelizar outros jovens

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Queridos irmãos, pejoteiros,
Paz e Bem!
Meu nome é Adriana Nishiyama, sou de Maringá, da paróquia Sagrado Coração de Jesus. Atualmente estou em Bafatá, na Guiné-Bissau (África), como leiga voluntária já há três anos. A pedido do Evandro (Chapolim), vim através deste e-mail contar um pouco da minha história, em que a PJ fez parte da minha formação pessoal e missionária.


Comecei a catequese com 12 anos, mas como toda adolescente, queria somente o sacramento. Mas com o passar do tempo, Deus foi me envolvendo de uma maneira tão especial que eu não consegui mais sair.


Depois da Crisma, eu e meus amigos formamos o grupo de jovem "Juventude Caminho Aberto". Éramos em quase 30 participantes. Durante esse tempo na PJ, participei também de CCL, DNJ, Romarias (que saudades!!) e de duas missões na diocese, uma em Marialva e outra em Paiçandu.


Foi aí que começou a despertar em mim, fazer um trabalho voluntário além-fronteiras, mas não imaginava que viria tão longe assim, em Guiné-Bissau. Senti um forte chamado ao trabalho missionário, mas ao mesmo tempo medo de dizer sim. Sabia que teria que renunciar várias coisas, família, trabalho, amigos, praticamente começar do zero, aprender um novo dialeto, uma nova cultura, novas pessoas...


Em 2004, comecei a fazer um acompanhamento espiritual com um frei franciscano, e isto me ajudou muito. Foram tempos de angústias e alegrias. No fim de 2005, escrevi para D.Pedro Zilli, bispo de Bafatá, contando da minha vontade de fazer uma experiência. Ele acolheu de braços aberto o meu pedido.


Cheguei em Bafatá no dia 29 de julho de 2006. Aqui ajudo como professora de química, acompanho as grávidas de alto risco do hospital, fazemos pesagem nas aldeias com meninos de zero a seis anos e trabalho na cúria com o arquivo e na contabilidade.


Agradeço a Deus por ter me chamado às missões e ainda mais por me mostrar o quanto foi e é importante esse trabalho para mim. Peço que rezem por nós missionários. Hoje aqui somos em três brasileiras, como leigas voluntárias. Rezem pela Guiné-Bissau, um país e um povo muito sofrido, que passou por muitos momentos difíceis, e agora só busca a paz.


Diante de tantas dificuldades e precariedades não desanimamos, mas confiamos sempre na providência divina. Parabéns a vocês que estão a participar do CCL, não tenham medo nem vergonha de evangelizar outros jovens.Se alguém quiser se corresponder comigo [
amnishiyama@hotmail.com ] responderei com maior prazer.Um forte abraço. Que Deus abençoe a todos.


Um forte abraço. Que Deus abençoe a todos.


Este texto, que nos revela algo interessante neste mês missionário: a resposta ao chamado.
Muitas vezes sentimos, ouvimos, enxergamos, mas nossa cegueira espiritual não nos permite ir além , avançar para águas mais profundas.

Publicado originalmente no site http://pjmaringa.com.br/v9/pjn-maringa/550-nao-tenham-medo-nem-vergonha-de-evangelizar-outros-jovens.html esse texto é um convite à reflexão: Onde estamos colocandos nossos dons? A quem servimos? Crismados, para onde iremos?


Obrigada Adriana por teu sim! Que Deus continue abençoando a tua missão.

O 13º dia

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"No dia 13 de Outubro foi apresentado em Fátima, em estreia mundial, o filme “The 13th Day” (“O 13.º Dia”).
O Santuário de Fátima acolheu o lançamento desta iniciativa particular, que foi exibido no anfiteatro do Centro Pastoral Paulo VI, pelas 21:00. (Em Portugal)
As entradas foram livres e gratuitas.
Rodado em inglês, o filme tem legenda em português.
O 13.º Dia é um filme independente de ficção baseado na história das aparições de Fátima, com especial destaque para o dia 13 de Outubro de 1917.
Após uma apresentação particular aos responsáveis do Santuário, a instituição reconhece neste filme “um grande valor”. “É um filme intenso e de sensibilidade apurada. Revela pesquisa, dedicação e está bem construído”.
Produzido pela “13th Day Films Ltd”, "O 13.º Dia" foi escrito e realizado por Ian e Dominic Higgins, produzido por Natasha Howes e tem Leo Hughes como produtor executivo.
A trilha sonora é um original de Andrew Guthrie.
As filmagens decorreram em Portugal e em Inglaterra e o filme é anunciado como inovador em termos tecnológicos, nomeadamente ao nível dos efeitos especiais.
A sinopse antecipa que: “Num mundo dividido por perseguições, guerra e opressão, três crianças foram escolhidas para anunciar uma mensagem de esperança. Baseado nas memórias da irmã Lúcia e nas memórias de muitas testemunhas, “O 13.º Dia” dramatiza a incrível e verdadeira história dos três pastorinhos de Fátima, que presenciaram seis aparições da ‘Senhora do Céu’ entre Maio e Outubro de 1917, e que culminou num milagre final visto por milhares de pessoas”.
LeopolDina Simões, Sala de Imprensa"
Achei essa indicação num blog católico de jovens portugueses muito bom, aproveitem e conheçam o CJOVEM http://consolatajovem.blogspot.com
Um lindo final de semana,
Clécia e Sandra

Caça ao tesouro

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Objetivos:
*Animar o encontro;
*Perceber como os integrantes do grupo trabalha em equipe;
*Ouvir o outro.
Nosso objetivo também foi fechar a gincana bíblica, mas esse jogo pode ser adaptado para muitas situações.

Material:
Quantidade de pistas conforme a divisão de grupos - no nosso caso, eram 3 grupos, assim imprimimos 3 cópias, mas quanto mais grupos melhor, grupos com no máximo 3 pessoas; fita adesiva para prender as pistas e uma Bíblia.

Desenvolvimento:
- Explicar ao grupo que eles vão participar de um jogo, esse jogo irá além do espaço da sala em que estão e é preciso ter agilidade no fazer e no pensar;
-Avisar que as regras precisam ser cumpridas à risco;
- Entregar um envelope a cada grupo e pedir que só abram quando o catequista sinalizar (esperar todos receberem, para começarem ao mesmo tempo), no envelope contém as instruções e a primeira pista pra caça.

Exemplo da caça

INSTRUÇÔES : Vocês estão participando da Caça ao tesouro, última prova da gincana. Estejam atentos e decifrem as pistas, haverá sempre três pistas, em locais próximos, por isso pensem com rapidez . O tesouro é apenas um, e para achá-lo vocês deverão decifrar pista por pista, ao acharem as pistas guardem-nas pois mesmo que achem o tesouro só terá validade se estiverem de posse de todas as pistas. Sucesso!

PISTA 01 “Através da oração conversamos com Deus. O terço é uma oração Mariana, cujo objetivo é meditar a vida de Cristo, por isso mesmo, afirmamos: o centro do terço é Jesus, pois no terço Ele se faz presente o tempo inteiro”. Não é hora de rezarmos o terço, mas sempre que chegamos para os nossos encontros ele nos inspira e nos lembra que Maria foi fiel em sua missão. PRÓXIMA PISTA NO TERÇO PINTADO NA PAREDE DO CENTRO CATEQUÉTICO

PISTA 02 Mateus 7:13-14 Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos são os que a encontram.”

Jesus nos mostra que somos livres a escolher, temos muitas portas. Por qual porta você quer entrar? PRÓXIMA PISTA NUMA PORTA

PISTA 03 “O profeta João Batista nos disse : Eu vos batizo com água, em sinal de penitência, mas aquele que virá depois de mim é mais poderoso do que eu e nem sou digno de carregar seus calçados. Ele vos batizará no Espírito Santo e em fogo.”

Jesus também disse: Vem! Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus.

È preciso recebermos o batismo da água e do Espírito, é preciso confiarmos caminharmos sobre as águas e crismados, somos convidados a mergulhar em águas mais profundas, colocando nossos dons a serviço. A água é sinal de vida, esperança, salvação...PRÓXIMA PISTA PROXIMO AO BEBEDOURO

PISTA 04 “Cantem com a gente: Subindo, lá lá ia, subindo lá lá ia , subindo para o céu eu vou, tristeza não vai comigo porque Jesus já me libertou, deixei a tristeza fora em paz agora contente estou! Subindo....” PRÓXIMA PISTA ESTARÁ NUM DEGRAU DAS ESCADAS

PISTA 05 “ Opa, que canseira esses degraus. Mas é preciso elevar o nosso conhecimento nas coisas de Deus e praticar a justiça e a paz, como bem nos ensina o Profeta Isaias. Isaias pregou pelado, acreditem, isso mesmo! Não foi pela canseira e suor após ter subido uma escada como essas não, veja:

Então, disse o SENHOR: Assim como Isaías, meu servo, andou três anos despido e descalço, por sinal e prodígio contra o Egito e contra a Etiópia...

Ele não jogou a roupa no lixo a toa não... grande profeta Isaias. Situação difícil, mas ele conseguiu cumprir sua missão! Por favor não jogue suas roupas no lixo, vocês podem evangelizar vestidos...PRÓXIMA PISTA NUMA LIXEIRA

PISTA 06 “O primeiro milagre realizado por Jesus, vocês já sabem foi... bem, hoje muitas pessoas abusam do álcool e necessitam de ajuda , o interessante é que se pode vencer esse desafio e ajudar o próximo também a vencer. É uma pena que nós não usamos nossa liberdade com responsabilidade e adquirimos vícios que nos tornam infelizes, a nós e ao próximo também. Mas que bom que alguém precisa de ajuda e sabe a quem recorrer no caso do alcoolismo. PROX PISTA NA PORTA DA SALA DOS ALCOÓLICOS ANÔNIMOS

PISTA 07 “ A Bíblia é a palavra de Deus, semeada no meio do povo, que cresceu, cresceu e nos transformou, ensinando-nos a viver um mundo novo.” Como seria bom que todos que tivessem a Bíblia vivessem seus ensinamentos, certamente o mundo seria melhor. A caça tá terminando, é isso mesmo, tá na hora de voltar pra sala e procurar o nosso tesouro, aliás, é bem mais confortável ler a palavra de Deus sentado, não é? Aguardamos vocês! A BIBLIA ESTARÁ PRESA EMBAIXO DE UMA CADEIRA

Podemos afirmar que este encontro foi muito animado, só tivemos um pequeno problema uma das provas coladas no bebedouro sumiu, e uma equipe apesar de decifrar a pista ficou prejudicada. mas logo vamos repetir esse jogo, com outros lugares, outros objetos, pois os crismandos curtiram muito!

Grande abraço e uma semana regada pelo amor da Mãe Aparecida,
Carinhosamente,
Clécia e Sandra

12 de outubro - dia de Nossa Senhora Aparecida

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Catequistas e Crianças, vamos conhecer um pouco mais de nossa padroeira?

12 de outubro

Em 1928, o Papa Pio XI batizou Nossa Senhora Conceição de Aparecida como rainha e padroeira do Brasil. Mas somente em 1954 que a santa passou a ser homenageada, especificamente no dia 12 de outubro, dedicado a ela.

COMO TUDO COMEÇOU?

A devoção à santa vem de longa data. Mais precisamente em 12 de outubro de 1717, quando três pescadores, Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves, após jogarem suas redes no rio Paraíba, pescaram a imagem da santa. Um sinal para a farta pescaria que viria a seguir.

A imagem em madeira media 40 cm de comprimento. Felipe guardou a imagem em sua casa, onde recebeu várias pessoas que queriam ver Nossa Senhora e fazer orações e novenas. Cinco anos depois, ao se mudar para outro bairro, ele deu a imagem a seu filho Athanásio, e pediu que a guardasse.

Na casa de Athanásio, foi construído um altar de madeira onde todos os sábados ele e os vizinhos rezavam um terço em sua devoção. Neste altar, os fiéis acreditam que Nossa Senhora fez seu primeiro milagre, apagando duas velas no momento da reza. Os presentes ainda tentaram reacendê-las mas não conseguiram.

O SANTUÁRIO

Em 1735, o vigário da cidade de Guaratinguetá construiu uma capela no Morro dos Coqueiros aberta à visitação pública. Mas o número de fiéis aumentava ano após ano, o que exigiu a construção de um basílica, batizada de Basílica Velha, localizada na cidade de Aparecida, em São Paulo.

A necessidade de uma basílica maior fez com que fosse construído o Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida, na mesma cidade, em 1955. Em tamanho, só perde para a de São Pedro, no Vaticano.

Abrigando a imagem encontrada no rio Paraíba, a basílica nova recebe romeiros o ano todo, aumentando quando se aproxima 12 de outubro e tem capacidade para receber 45 mil pessoas.

Em 1717 foi encontrada por pescadores, no rio Paraíba, uma imagem da Senhora da Conceição. Primeiro encontraram o corpo sem cabeça e logo após, a cabeça. O pescador Filipe Pedroso guardou a imagem em sua casa, onde passou a ser venerada pela família e por demais pessoas. Com o tempo, foram sendo atribuídos à imagem, diversos milagres.

A devoção foi crescendo e com o passar do tempo a imagem foi sendo chamada pelo povo de Senhora da Conceição Aparecida. Seu escultor foi, com grande probabilidade, Frei Agostinho de Jesus OSB por volta de 1650, em Sant’Ana do Parnaíba. Supõe-se que alguém, por estar a imagem quebrada, lançou-a às águas do rio.

Em 1741 iniciou-se a construção de uma igreja nova para veneração e culto à imagem. Em 1888 foi terminada pelo Frei Monte Carmelo OSB a chamada Basílica Velha e inaugurada solenemente pelo então bispo de São Paulo, D. Lino Deodato.

A importância da figura de Maria na Igreja, prende-se à importância do papel que ela teve na história da salvação, particularmente importante no mistério da encarnação junto ao Messias: mãe. Discreta durante o nascimento do Redentor, foi também uma presença discretíssima durante a vida pública de Jesus. Quantos fatos ela apenas “guardava em seu coração”!

E finalmente nos é dada como mãe, pelas palavras do próprio Salvador. Maria, repleta dos dons do Espírito Santo, mãe da Igreja, prolonga sua preciosa presença até o fim dos tempos, derramando sobre os membros de Cristo as graças que possui em plenitude.

A presença de Maria é um fio de ouro encontrado no tecido da história da salvação. Daí os cristãos, desde o início da Igreja reconhecerem a grandiosidade desta figura e prestarem culto a Deus através dos mais importantes momentos da vida de Maria e suplicarem sem cessar sua intercessão.


Mãe Aparecida, rogai por nós!


Qual o valor do seu presente no dia das crianças?

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Até meados da década de 90 eu era criança, pelo menos era assim que eu me sentia. Quando chegávamos da escola, almoçávamos, fazíamos a lição, ajudávamos nossas mães com as tarefas domésticas e íamos pra rua. Íamos brincar. Lembro-me das brincadeiras que eu mais gostava: chuta-lata, macaco, baleado, 3 cortes, brincávamos de vôlei, algumas vezes acordávamos às 5 da manhã e íamos pro campo onde hoje é o Sesc da nossa cidade, lá jogávamos futebol. Meninos e meninas, todos juntos, sem malícia.

Embora já morasse em uma cidade de porte médio e a violência fosse eminente, as preocupações eram muito menores. Não imaginávamos que palavras como pedofilia fossem tomar conta dos noticiários e roubar a infância de tantas crianças e a tranqüilidade de tantos adultos. Brincávamos na rua. Éramos felizes, não tínhamos brinquedos caros, muitos de nós nem brinquedos tinha. Apenas brincávamos.

Nessa convivência gostosa, aprendemos muitas coisas, mesmo antes de sair de casa, regras eram estabelecidas, valores foram transmitidos, sem perceber brincávamos e aprendíamos. Caso alguém fugisse da regra seria “castigado” , ia ficar em casa, não ia brincar com os coleguinhas no dia seguinte – isso era triste demais.

Nossos pais nos alertavam: nada de brigas, não se meta em confusões, peça desculpas, diga obrigado, não passe entre pessoas conversando sem pedir licença, não fique ouvindo conversas alheias, não fale aquilo que não tiver certeza para evitar fofocas, cuidado para não se machucar!

Hoje as crianças não são preparadas para conviver. As crianças cada vez mais curtem brincadeiras solitárias em frente ao computador, ao vídeo-game... estão sempre sozinhas, quase nunca brincam em grupo. A violência e a modernidade fizeram com que os pais resignificassem a infância de brincadeiras e valores e transformasse a infância em uma fase solitária e muitas vezes fria, egoísta. Quando vão para os grupos, as crianças têm dificuldade de ouvir, de respeitar, de abraçar, de brincar e aprender convivendo com o outro. Muitas são agressivas.

Aprendi com as quedas, aprendi com as imposições da minha mãe sobre os horários de saída e chegada, aprendi com os meus amigos e com as regras das brincadeiras, aprendi a perder, a ganhar e a respeitar o outro. As crianças de hoje aprendem com as máquinas, os pais por sua vez dizem orgulhosos: “vou trabalhar para dar ao meu filho tudo o que não tive!” e assim desvalorizam tudo o que receberam de valores e reduzem o “dar tudo” a objetos e brinquedos que os tornam mais solitários, egoístas o reflexo disso geralmente se apresenta com crianças que nasceram velhas, estressadas, como se tivessem problemas de adultos, preocupações de adultos, sentimentos maus como os adultos às vezes geram.

Os ombros dos professores e catequistas têm um peso sem medida: ensinar e transmitir valores que já deviam estar garantidos quando as crianças chegassem na Escola ou na Catequese. O que será da criança quando o computador quebrar? O vídeo game pifar? O MP10 estragar? Que presentes podem de fato fazer a diferença na vida de nossas crianças?

Você certamente percebeu se seus catequizandos sabem rezar. Faça uma pesquisa em sua turma de Catequese e verá que grande parte daqueles que sabem aprenderam com as avós, pois os pais embora saibam rezar estão muitas vezes preocupados em “dar tudo o que não tiveram” e esquecem de dar aquilo que tiveram e que foi e é essencial em toda família: atenção, carinho, orientações, limites, amor.

Enquanto cultivarmos em nossos lares a cultura do ter em detrimento da cultura do ser, fazendo de datas como o dia das crianças e o natal momentos de escamotear as nossas reais responsabilidades ao utilizarmos “presentes” para camuflar nossas ausências, estaremos contribuíndo para que mais uma criança seja órfã de pais vivos.

Clécia Ribeiro

Clécia é catequista na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro da Arquidiocese de Feira de Santana/Ba



Mês Missionário - Mês das Crianças

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Catequistas, esperamos que suas crianças gostem desse desenho e compreendam o sentido dele.
Vocês já conhecem nosso álbum do picasa? Ainda não? Ah tá em tempo ainda, lá tem desenhos variados, historinhas, atividades, um monte de coisas... entrem e confiram clicando em http://picasaweb.google.com/catequese.caminhando

Boa semana e um grande abraço,
Clécia e Sandra

São Francisco de Assis

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No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis, que nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios.

Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.

Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para "o Patrão e não para o servo".

Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: "Francisco, restaura minha casa decadente".

O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.

Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã Pobreza".

A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.

O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço, foi aberto outro convento em Bolonha.

Um fato interessante entre os pregadores itinerantes foi que poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São Francisco de Assis, por exemplo, nunca foi sacerdote.

Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela, chegando inclusive à Inglaterra.

Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado "estigmatização".

Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.

Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.

Em 1939, o papa Pio XII tributou um reconhecimento oficial ao "mais italiano dos santos e mais santo dos italianos", proclamando-o padroeiro da Itália.


Oração da Paz (Oração de São Francisco)

(Esta oração foi feita após o pedido de clemência do papa Inocêncio III "arrependido" pelas cruzadas e muito enfermo. Francisco, duvidando de seu arrependimento, fora chamado a atenção pelo Pai pedindo piedade ao agonizante. São Francisco atendeu o pedido, admitindo humildemente sua ignorância).

Senhor,

Fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver duvida, que leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre,

Fazei que procure mais consolar, que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que vive para a vida eterna.
Amém.
Precisamos reconstruir a casa do Senhor, reconstruir a nossa Catequese. Sigamos o exemplo de Francisco que pouco se importou em ter os bens que hoje ainda damos tanta importância e aprendeu a confiar em Deus que tudo providencia.
Um abençoado fim de semana!
São Francisco de Assis,

Rogai por nós!

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