extos sagrados. Deus quer nos falar, mas no barulho é muito difícil ouvir a voz de Deus, em meio a tantas correrias, precisamos do silêncio. “[...] no silêncio, aprendemos a fazer distinções. Os que fogem do silêncio também fogem das distinções. Não querem ver muito claro. Prefere a confusão”. (Thomas Merton). Retiro. O que é e como fazer.
extos sagrados. Deus quer nos falar, mas no barulho é muito difícil ouvir a voz de Deus, em meio a tantas correrias, precisamos do silêncio. “[...] no silêncio, aprendemos a fazer distinções. Os que fogem do silêncio também fogem das distinções. Não querem ver muito claro. Prefere a confusão”. (Thomas Merton). Consciência Negra!

Povo negro quer formar uma roda diferente, onde gira a alegria e a fé da nossa gente!
Celebramos hoje uma data significativa para todos nós. De fato é celebração, pois a memória desta data, expressa nos diferentes meios de comunicação, já é motivo de júbilo. Não esqueçamos de expressar o nosso sorriso para o irmão, para a irmã. Não esqueçamos de festejar, pois a festa é parte do nosso DNA. Neste dia reafirmemos nossos compromissos com a justiça e a igualdade. Temos um longo caminho a percorrer até que esta pátria seja realmente a pátria dos afro-brasileiros. Mas, estamos caminhando.
Nesta data vamos nos reabastecer da nossa cultura, da nossa fé, da alegria, para continuarmos caminhando. Certamente Zumbi dos Palmares e tantos outros ancestrais estarão sorrindo e confirmando que a sua luta valeu a pena!
Feliz dia da Consciência Negra!
Viva Zumbi dos Palmares!
Pe Ari Antônio dos Reis
Assessor Nacional da Pastoral Afro-brasileira
afro@cnbb.org.br
(61) 2103 8377
Cristo Rei

Hoje, último domingo do Ano litúrgico, celebra-se a solenidade de Cristo Rei do universo. Desde o anúncio do seu nascimento, o Filho unigénito do Pai, que nasceu da Virgem Maria, é definido "rei" no sentido messiânico, ou seja, herdeiro do trono de David, segundo as promessas dos profetas, para um reino que não terá fim (cf. Lc 1, 32-33).
"Cristo Alfa e Ómega", assim se intitula o parágrafo que conclui a primeira parte da Constituição pastoral
A Virgem Maria, que Deus associou de modo singular à realeza do seu Filho, nos conceda acolhê-lo como Senhor da nossa vida, para cooperar fielmente no advento do seu Reino de amor, de justiça e de paz.
CALENDÁRIO DE ADVENTO

A cartolina (ou papel pardo) será a base do calendário.
Numere os envelopes ou saquinhos escrevendo cada dia com uma canetinha em cor contrastante.
Cole os saquinhos na cartolina em ordem.
Dentro de cada saquinho coloque uma surpresa (pode ser um doce, um presentinho, etc..)
As crianças podem fazer as surpresas também: pequenos cartões com versículos bíblicos, desenhos e colagens, etc..
Você também pode pedir que as crianças preparem as surpresas e depois as distribuam dentro de calendários diferentes. Assim, cada criança levará para casa surpresas que seus amigos fizeram.
Você também pode trazer cartões com os versículos já escritos (para que as crianças apenas enfeitem) ou fazer para cada dia um parágrafo ou capítulo de uma história, assim no Natal, terão lido a história completa.
Panetone na Caneca
A dica é comprar canecas, podem ser pequenas mesmo, ou médias e façam a receita a seguir:
Ingredientes:
1 ovo pequeno
4 colheres (sopa) de leite ou 4 colheres de creme de leite (também fica uma delícia)
3 colheres (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
4 colheres (sopa) rasas de açúcar
4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
1 colher (café) rasa de fermento em pó
Modo de fazer:
*Coloque o ovo na caneca e bata bem com o garfo.
*Acrescente o óleo, o açúcar, o leite ou creme de leite, o chocolate e bata mais.
*Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
*Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.
Dicas:

*A caneca neste caso tem capacidade de 300ml.
*A medida de colher é sempre rasa.
*Podem colocar passas e frutas cristalizadas.
*Coloque um pratinho embaixo da caneca para não sujar o microondas, caso derrame.
Coloque as canecas em saquinhos transparentes, amarre com fitilho, ponha um cartãozinho e pronto!
Paróquia Nossa Senhora da Piedade
Hamburgo Velho - Novo Hamburgo
Diocese de Novo Hamburgo/RS,
Apóstolos: Caminhando com Pedro

Este texto é um convite a estudarmos os apóstolos e aprofundarmos os nossos conhecimentos, digo convite porque meu objetivo é apenas instigá-los a buscar. Estou realizando um pequeno estudo dos doze, brevemente falaremos de André.
Att.: Clécia Ribeiro [1]
"Tu es Petrus et super hanc petram edificabo Ecclesiam meam"
(Mat. 16, 18)
Filho de João, irmão de André, Simão era de Betsaida uma pequena cidade a leste do mar da Galiléia. Era pescador e dirigia com a família de Zebedeu (pai de Tiago e João) uma pequena empresa pesqueira, por isso é provável que tivesse uma boa situação econômica.
Movido por um intenso desejo de ver o mundo transformado por Deus, foi assim estimulado a ir com André para ouvir a pregação de João Batista ( Jo 1,35-42).
Os Evangelhos nos informam que Pedro está entre os quatro primeiros discípulos de Jesus, a estes soma-se Levi. Era de costume todo “rabbi” ter cinco discípulos, mas Jesus passa de cinco para doze, mostrando que não é apenas mais um, mais veio reunir o Israel escatológico [2] . O número doze simboliza as doze tribos de Israel.
Pedro aparece como alguém decidido e impulsivo, ingênuo e medroso, honesto e arrependido. Vale lembrarmos o uso da espada no Jardim das Oliveiras, a negação três vezes, entre outros fatos (Jo 18,10 e Mt 26,75).
A missão de Pedro começa com o chamado de Jesus. Isso acontece num dia comum de trabalho, dentro da rotina. Jesus usa o barco de Simão para ensinar a multidão (Lc 5,1-3), isso ocorrerá outras vezes.
Depois da pesca milagrosa (Lc 5,4-10) Jesus o convida a um projeto que ultrapassa suas expectativas: “Não tenhas medo, doravante serás pescador de homens”. E com um sim generoso e corajoso ele jamais imaginara que um dia chegaria a Roma e seria reconhecido como primeiro Papa.
Como fora dito antes, Pedro movido por um intenso desejo de amar a Deus é capaz de reconhecer com facilidade quem é Jesus: “Tu és o Cristo” (Mc 8,29), mas ao mesmo tempo demonstra incompreensão diante do anúncio da Paixão, ele protesta, se escandaliza (Mc 8,32-33). Em sua jornada espiritual Pedro ainda não compreende que Jesus é o Deus feito homem, o Servo, aquele que toma o caminho da humildade e sofrimento. Para compreender a grandiosidade da missão de Cristo é necessário colocarmos de lado nossas expectativas humanas. Temos muito a aprender com o Mestre, caminhando ao lado de Pedro.
É nessa caminhada que Jesus convida Pedro a verdadeira conversão: “Afasta-te de mim Satanás, pois não pensas as coisas de Deus, mas as dos homens”. Não cabe a nós mostrarmos o caminho, Jesus toma o caminho, a nós cabe segui-lo e assim, Pedro aprende de fato o que é seguir Jesus.
Pedro foi crescendo espiritualmente e cresceu a ponto de seguir reconhecendo sua fragilidade, mas consciente que o Ressuscitado estaria sempre ao lado dele, foi desfazendo-se paulatinamente dos seus desejos egoístas, meramente humanos.
Esse caminho longo de preparação, percorrido por Pedro, torno-o além de uma testemunha ocular e confiável em “pedra” pois esteve sempre aberto a ação do Espírito Santo e por isso mesmo é alicerce da Igreja.
Ao longo do caminho, Simão irá se revelar como testemunha do sofrer e participe da glória do Senhor (I Pd 5,1). No seu caminhar, ele tornou-se de fato rocha, como Jesus o disse: “Chamarar-te-ás Cefas” (pedra) (Jo 1,42). Em grego Petros, em latim Petrus. Essa mudança assinalva o prenuncio de uma grande missão, como verificamos algumas vezes no Antigo Testamento, quando Deus mudava o nome das pessoas.
De fato, muitos sinais indicam que Pedro tem uma grande missão: em Cafarnaum Jesus entra na casa de Pedro (Mc 1,29); as margens do lago de Genesaré, Jesus escolhe o barco dele (Lc 5,3); quando Jesus quer consigo poucos discípulos Pedro sempre está entre eles (Mc 5,37 ; Lc 8,51); na Transfiguração (Mc 9,2); no Jardim de Getsêmani (Mt 26,37); Jesus paga imposto por Pedro somente (Mt 17,24-27); lava primeiro os pés dele na última Ceia (Jo 13,6) entre tantas outras circunstâncias que podemos observar nas Sagradas Escrituras.
Vale também recordarmos a declaração do próprio Jesus: “Também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,8-19).Seu crescimento espiritual ao longo da caminhada com o Mestre é notório, assim ele foi se preparando para tornar-se líder, muitas vezes com comentários favoráveis e críticas após os acontecimentos pascais, no entanto ele é reconhecido até mesmo por Paulo (I Cor 15,5; Gl 1,18).
Na instituição da Eucaristia, Pedro também é convidado a garantir a comunhão com Cristo, que é Senhor de todos, e por isso mesmo sua missão é continua.
Que nós cristãos aprendamos com Pedro a estar cada vez mais próximos do Mestre, a amá-lo verdadeiramente a ponto de colocá-lo como Senhor de nossas vidas e por Ele tudo abandonarmos, abandono este que se converte em amor ao próximo, em serviço ao irmão.
[1] Clécia Ribeiro é catequista na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na Arquidiocese de Feira de Santana/Ba
[2]"Escatologia" é uma palavra de origem grega. É composta por duas palavras: eschaton, que quer dizer "último", e logos, "doutrina, tratado". Então, escatologia é o tratado ou a doutrina sobre as últimas coisas. É interessante perceber que o Catecismo da Igreja Católica confere à igreja um caráter escatológico. A igreja aparece como parte desse processo escatológico que caminha rumo à casa do Pai: "a igreja visível simboliza a casa paterna para a qual o povo de Deus está a caminho e na qual o Pai 'enxugará toda lágrima de seus olhos' (Apocalipse 21, 4). Por isso, a igreja também é a casa de todos os filhos de Deus, amplamente aberta e acolhedora" (nº 1186). Dessa forma, podemos perceber que "escatologia" não é uma doutrina teológica sobre as últimas coisas, mas sim, reflexão sobre a esperança cristã. Assim, o conteúdo básico de toda a escatologia é a esperança. Fonte:




