Retiro. O que é e como fazer.

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Chega o final do ano e a maioria das turma de catequese sempre fazem o famoso 'retiro', se ele de um dia, dois ou três. Mas afinal, o que é retiro? E como prepara-lo?

Achei no site do catequisar o seguinte texto: Reitiro. O que é? Vamos entender melhor:


O retiro é um momento em que paramos, momento de saída para refletir sobre nós mesmos, a nossa condição de vida. Como estou vivendo? Quais são as minhas motivações? Como estou agindo? Comportando-me no meio da sociedade? Quais são as minhas contribuições? O que estou oferecendo para a minha comunidade, o meu bairro, onde as pessoas possam viver mais felizes?O retiro é um momento que saímos do barulho, do mundo agitado para ficarmos a sós com Deus.

Trata-se de um momento de intensa e profunda intimidade com Deus. É um espaço de oração, meditação através da palavra de Deus, dos textos sagrados. Deus quer nos falar, mas no barulho é muito difícil ouvir a voz de Deus, em meio a tantas correrias, precisamos do silêncio. “[...] no silêncio, aprendemos a fazer distinções. Os que fogem do silêncio também fogem das distinções. Não querem ver muito claro. Prefere a confusão”. (Thomas Merton).

Você tem o costume de fazer silêncio? Retiro é também um profundo silenciar para ouvir Deus. No retiro somos convidados a nos entregarmos nos braços de Deus, confiar a ele toda a nossa vida. O retiro é um momento oportuno para renovarmos a nossa vida de oração, a nossa espiritualidade. Como vai a minha vida de oração? A minha participação na comunidade? É um momento de olharmos para dentro de nós mesmos, reflexão acerca de nós mesmos. Refletir o meu relacionamento comigo mesmo, com Deus e com o outro, o meu irmão.

O retiro não é momento para estudos, nos preocuparmos com os cálculos matemáticos, físicos etc. É realmente um encontro único com Deus. Desse encontro nem todas as pessoas têm o privilégio. Aquelas que têm a oportunidade de participar de um retiro são privilegiadas, porque no retiro a pessoa tem a oportunidade de buscar forças para viver mais felizes e renovar a sua vida de oração, para melhor se corresponder com Deus e relacionar-se com as outras pessoas. Todas nós no decorrer de nossas vidas, precisamos de um momento para nos reabastecermos da graça de Deus.

Por: Alcides Alves Seminarista da Diocese de Santarém-Pará.


Mas como prepara-lo? Aqui vão algumas dicas:


1. Escolha o tema.

O tema deve ser apropriado para a turma de catequese e deve estar de acordo com aquilo que foi trabalhado durante os meses de preparação. De preferencia não escolha O MESMO tema, mas algo abrangente a ele.


2. Tempo e local

Só é aconselhado retiro de 3 dias para as crianças maiores, aquelas ja estam acostumadas a dormir fora de casa, e o local deve ser o mais calmo e tranquilo possivel. Algum local aonde eles realmente se retirem e sintam a presença maior de Deus. Existem locais apropriados para retiros ou ate chacaras e fazendas ou clubes são indicados também.


3. Preparação

O ideal é que o retiro seja planejado com no minimo 3 meses de antecedencia, pois imprevistos infelismente acontecem. E planeje sempre o retiro com uma margem superior de retirantes, sempre tem aqueles que decidem ir de ultima hora.


4. Palestrantes

Da mesma maneira como o tema é escolhido, o palestrante deve ser também. É interessante trazer pessoas novas para palestrar, isso prende a atenção dos retirantes.


5. Não cometa o erro de fazer do seu retiro um pequenique

A não ser que essa seja a intenção. Um retiro deve ser descontraido em alguns momentos, mas não o tempo todo.


6. Estabeleça regras e limites

E que elas fiquem explicitas desde o primeiro momento do retiro. Não deixe que restem duvidas sobre nenhum quesito, isso facilitará o andamento do retiro durante toda a sua duração.


7. Lembrancinhas

Estabeleça prioridades, e faça algo que fique realemente como recordação daquele momento unico vividos por eles.


8. Alimentação

Ao meu ver, o retiro deve ser um momento de jejum e penitencia também, mas não podemos deixar ninguem com fome e nem impor que eles façam relamente este jejum se eles assim não desejam. Por isso cada comunidade deve decidir a quantidade de comida adequada para o retiro que estiverem planejando.


Fiquem com Deus


Sandra Avelino

Catequista da Arquidiocese de Feira de Santana - Ba

Paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro



Cristo Rei dos nossos corações!

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Consciência Negra!

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Povo negro quer formar uma roda diferente, onde gira a alegria e a fé da nossa gente!


Estimados irmãos e irmãs!

Celebramos hoje uma data significativa para todos nós. De fato é celebração, pois a memória desta data, expressa nos diferentes meios de comunicação, já é motivo de júbilo. Não esqueçamos de expressar o nosso sorriso para o irmão, para a irmã. Não esqueçamos de festejar, pois a festa é parte do nosso DNA. Neste dia reafirmemos nossos compromissos com a justiça e a igualdade. Temos um longo caminho a percorrer até que esta pátria seja realmente a pátria dos afro-brasileiros. Mas, estamos caminhando.
Nesta data vamos nos reabastecer da nossa cultura, da nossa fé, da alegria, para continuarmos caminhando. Certamente Zumbi dos Palmares e tantos outros ancestrais estarão sorrindo e confirmando que a sua luta valeu a pena!

Feliz dia da Consciência Negra!

Viva Zumbi dos Palmares!



Pe Ari Antônio dos Reis
Assessor Nacional da Pastoral Afro-brasileira
afro@cnbb.org.br
(61) 2103 8377

Cristo Rei

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Gostariamos de relembrar as plavras do Papa Bento XVI em 20/11/2005 sobre a Solenidade de Cristo Rei. Estejamos atentos às palavras do nosso pastor:


Caros irmãos e irmãs


Hoje, último domingo do Ano litúrgico, celebra-se a solenidade de Cristo Rei do universo. Desde o anúncio do seu nascimento, o Filho unigénito do Pai, que nasceu da Virgem Maria, é definido "rei" no sentido messiânico, ou seja, herdeiro do trono de David, segundo as promessas dos profetas, para um reino que não terá fim (cf. Lc 1, 32-33).

A realeza de Cristo permaneceu totalmente escondida, até aos seus trinta anos, transcorridos numa existência comum em Nazaré. Depois, durante a vida pública, Jesus inaugurou o novo Reino, que "não é deste mundo" (Jo 18, 36) e no final realizou-o plenamente com a sua morte e ressurreição.

Ao aparecer ressuscitado aos Apóstolos, disse: "Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra" (Mt 28, 18): esta autoridade brota do amor, que Deus manifestou plenamente no sacrifício do seu Filho. O Reino de Cristo é dom oferecido aos homens de todos os tempos, para que todo aquele que acredita no Verbo encarnado "não morra, mas tenha a vida eterna" (Jo 3, 16). Por isso, precisamente no último Livro da Bíblia, o Apocalipse, Ele proclama: "Eu sou o Alfa e o Ómega, o princípio e o fim" (Ap 22, 13).
"Cristo Alfa e Ómega", assim se intitula o parágrafo que conclui a primeira parte da Constituição pastoral
Gaudium et spes, do Concílio Vaticano II, promulgada há quarenta anos. Naquela bela página, que retoma algumas palavras do servo de Deus Papa Paulo VI, lemos: "O Senhor é o fim da história humana, o ponto para onde tendem os desejos da história e da civilização, o centro do gênero humano, a alegria de todos os corações e a plenitude das suas aspirações". E assim continua: "Vivificados e reunidos no seu Espírito, caminhamos em direção à perfeição final da história humana, que corresponde plenamente ao seu desígnio de amor: "recapitular todas as coisas em Cristo, tanto as do céu como as da terra" (Ef 1, 10)" (Gaudium et spes, 45).
À luz da centralidade de Cristo, a Gaudium et spes interpreta a condição do homem contemporâneo, a sua vocação e dignidade, assim como os âmbitos da sua vida: a família, a cultura, a economia, a política e a comunidade internacional. Esta é a missão da Igreja ontem, hoje e sempre: anunciar e dar testemunho de Cristo, para que o homem, todo o homem, possa realizar plenamente a sua vocação.
A Virgem Maria, que Deus associou de modo singular à realeza do seu Filho, nos conceda acolhê-lo como Senhor da nossa vida, para cooperar fielmente no advento do seu Reino de amor, de justiça e de paz.



CALENDÁRIO DE ADVENTO

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Material: 25 envelopes ou saquinhos de papel para pipoca pequenos, uma cartolina ou papel pardo, cola, tesoura, canetinhas, papel colorido ou de presente, figuras e mensagens de natal, etc...

A cartolina (ou papel pardo) será a base do calendário.


Numere os envelopes ou saquinhos escrevendo cada dia com uma canetinha em cor contrastante.

Cole os saquinhos na cartolina em ordem.

Dentro de cada saquinho coloque uma surpresa (pode ser um doce, um presentinho, etc..)
As crianças podem fazer as surpresas também: pequenos cartões com versículos bíblicos, desenhos e colagens, etc..

Você também pode pedir que as crianças preparem as surpresas e depois as distribuam dentro de calendários diferentes. Assim, cada criança levará para casa surpresas que seus amigos fizeram.

Você também pode trazer cartões com os versículos já escritos (para que as crianças apenas enfeitem) ou fazer para cada dia um parágrafo ou capítulo de uma história, assim no Natal, terão lido a história completa.


Sugestão: Você pode colocar a quantidade de envelopes de acordo a quantidade de encontos do mês do advento, ou então forrar uma caixa e pedir que as crianças depositem mensagens, cartões, balas para serem repassados ao fim de cada encontro no advento.

Obrigada a todos e todas!

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CHEGAMOS A 50 MIL VISITAS!!
DEUS OS ABENÇOE!

Panetone na Caneca

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Olá queridos, paz e bem!



Estamos pertinho do Natal, sei que já estão pensando nas lembrancinhas para o grupo não é mesmo?
Essa sugestão é da catequista Maria Helena, ela nos enviou há alguns meses, nós amamos e hoje partilhamos com vocês!



A dica é comprar canecas, podem ser pequenas mesmo, ou médias e façam a receita a seguir:

Ingredientes:
1 ovo pequeno
4 colheres (sopa) de leite ou 4 colheres de creme de leite (também fica uma delícia)
3 colheres (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
4 colheres (sopa) rasas de açúcar
4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
1 colher (café) rasa de fermento em pó


Modo de fazer:
*Coloque o ovo na caneca e bata bem com o garfo.
*Acrescente o óleo, o açúcar, o leite ou creme de leite, o chocolate e bata mais.
*Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
*Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.


Dicas:
*A caneca neste caso tem capacidade de 300ml.
*A medida de colher é sempre rasa.

*Podem colocar passas e frutas cristalizadas.
*Coloque um pratinho embaixo da caneca para não sujar o microondas, caso derrame.


Coloque as canecas em saquinhos transparentes, amarre com fitilho, ponha um cartãozinho e pronto!




Há outras receitas na internet, caso se interessem é só pesquisar: bolo na caneca.
Maria Helena Carvalho
Paróquia Nossa Senhora da Piedade
Hamburgo Velho - Novo Hamburgo
Diocese de Novo Hamburgo/RS,
obrigada por sua dica.
Espero que vocês todos gostem!
Lindo final de semana
Abraços fraternos!

Apóstolos: Caminhando com Pedro

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Este texto é um convite a estudarmos os apóstolos e aprofundarmos os nossos conhecimentos, digo convite porque meu objetivo é apenas instigá-los a buscar. Estou realizando um pequeno estudo dos doze, brevemente falaremos de André.

Att.: Clécia Ribeiro [1]


"Tu es Petrus et super hanc petram edificabo Ecclesiam meam"

(Mat. 16, 18)

Filho de João, irmão de André, Simão era de Betsaida uma pequena cidade a leste do mar da Galiléia. Era pescador e dirigia com a família de Zebedeu (pai de Tiago e João) uma pequena empresa pesqueira, por isso é provável que tivesse uma boa situação econômica.

Movido por um intenso desejo de ver o mundo transformado por Deus, foi assim estimulado a ir com André para ouvir a pregação de João Batista ( Jo 1,35-42).

Os Evangelhos nos informam que Pedro está entre os quatro primeiros discípulos de Jesus, a estes soma-se Levi. Era de costume todo “rabbi” ter cinco discípulos, mas Jesus passa de cinco para doze, mostrando que não é apenas mais um, mais veio reunir o Israel escatológico [2] . O número doze simboliza as doze tribos de Israel.

Pedro aparece como alguém decidido e impulsivo, ingênuo e medroso, honesto e arrependido. Vale lembrarmos o uso da espada no Jardim das Oliveiras, a negação três vezes, entre outros fatos (Jo 18,10 e Mt 26,75).

A missão de Pedro começa com o chamado de Jesus. Isso acontece num dia comum de trabalho, dentro da rotina. Jesus usa o barco de Simão para ensinar a multidão (Lc 5,1-3), isso ocorrerá outras vezes.

Depois da pesca milagrosa (Lc 5,4-10) Jesus o convida a um projeto que ultrapassa suas expectativas: “Não tenhas medo, doravante serás pescador de homens”. E com um sim generoso e corajoso ele jamais imaginara que um dia chegaria a Roma e seria reconhecido como primeiro Papa.

Como fora dito antes, Pedro movido por um intenso desejo de amar a Deus é capaz de reconhecer com facilidade quem é Jesus: “Tu és o Cristo” (Mc 8,29), mas ao mesmo tempo demonstra incompreensão diante do anúncio da Paixão, ele protesta, se escandaliza (Mc 8,32-33). Em sua jornada espiritual Pedro ainda não compreende que Jesus é o Deus feito homem, o Servo, aquele que toma o caminho da humildade e sofrimento. Para compreender a grandiosidade da missão de Cristo é necessário colocarmos de lado nossas expectativas humanas. Temos muito a aprender com o Mestre, caminhando ao lado de Pedro.

É nessa caminhada que Jesus convida Pedro a verdadeira conversão: “Afasta-te de mim Satanás, pois não pensas as coisas de Deus, mas as dos homens”. Não cabe a nós mostrarmos o caminho, Jesus toma o caminho, a nós cabe segui-lo e assim, Pedro aprende de fato o que é seguir Jesus.

Pedro foi crescendo espiritualmente e cresceu a ponto de seguir reconhecendo sua fragilidade, mas consciente que o Ressuscitado estaria sempre ao lado dele, foi desfazendo-se paulatinamente dos seus desejos egoístas, meramente humanos.

Esse caminho longo de preparação, percorrido por Pedro, torno-o além de uma testemunha ocular e confiável em “pedra” pois esteve sempre aberto a ação do Espírito Santo e por isso mesmo é alicerce da Igreja.

Ao longo do caminho, Simão irá se revelar como testemunha do sofrer e participe da glória do Senhor (I Pd 5,1). No seu caminhar, ele tornou-se de fato rocha, como Jesus o disse: “Chamarar-te-ás Cefas” (pedra) (Jo 1,42). Em grego Petros, em latim Petrus. Essa mudança assinalva o prenuncio de uma grande missão, como verificamos algumas vezes no Antigo Testamento, quando Deus mudava o nome das pessoas.

De fato, muitos sinais indicam que Pedro tem uma grande missão: em Cafarnaum Jesus entra na casa de Pedro (Mc 1,29); as margens do lago de Genesaré, Jesus escolhe o barco dele (Lc 5,3); quando Jesus quer consigo poucos discípulos Pedro sempre está entre eles (Mc 5,37 ; Lc 8,51); na Transfiguração (Mc 9,2); no Jardim de Getsêmani (Mt 26,37); Jesus paga imposto por Pedro somente (Mt 17,24-27); lava primeiro os pés dele na última Ceia (Jo 13,6) entre tantas outras circunstâncias que podemos observar nas Sagradas Escrituras.

Vale também recordarmos a declaração do próprio Jesus: “Também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,8-19).Seu crescimento espiritual ao longo da caminhada com o Mestre é notório, assim ele foi se preparando para tornar-se líder, muitas vezes com comentários favoráveis e críticas após os acontecimentos pascais, no entanto ele é reconhecido até mesmo por Paulo (I Cor 15,5; Gl 1,18).

Na instituição da Eucaristia, Pedro também é convidado a garantir a comunhão com Cristo, que é Senhor de todos, e por isso mesmo sua missão é continua.

Que nós cristãos aprendamos com Pedro a estar cada vez mais próximos do Mestre, a amá-lo verdadeiramente a ponto de colocá-lo como Senhor de nossas vidas e por Ele tudo abandonarmos, abandono este que se converte em amor ao próximo, em serviço ao irmão.

São Pedro Apóstolo, rogai por nós!

[1] Clécia Ribeiro é catequista na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na Arquidiocese de Feira de Santana/Ba

[2]"Escatologia" é uma palavra de origem grega. É composta por duas palavras: eschaton, que quer dizer "último", e logos, "doutrina, tratado". Então, escatologia é o tratado ou a doutrina sobre as últimas coisas. É interessante perceber que o Catecismo da Igreja Católica confere à igreja um caráter escatológico. A igreja aparece como parte desse processo escatológico que caminha rumo à casa do Pai: "a igreja visível simboliza a casa paterna para a qual o povo de Deus está a caminho e na qual o Pai 'enxugará toda lágrima de seus olhos' (Apocalipse 21, 4). Por isso, a igreja também é a casa de todos os filhos de Deus, amplamente aberta e acolhedora" (nº 1186). Dessa forma, podemos perceber que "escatologia" não é uma doutrina teológica sobre as últimas coisas, mas sim, reflexão sobre a esperança cristã. Assim, o conteúdo básico de toda a escatologia é a esperança. Fonte: http://www.avemaria.com.br/revista/palavra.jsp?rId=8. A palavra é escatologia. Acessado em 15 de julho de 2009.

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