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Conferência de Aparecida

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O Santuário de Aparecida, no Brasil, foi o cenário da V Conferência do Celam, por escolha de Bento XVI, que aqui esteve para abri-la, em maio de 2007. “Discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que nele nossos povos tenham vida: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida ‘”(Jo 14,6) é o tema que, diante dos desafios da pós-modernidade e da globalização presentes na América Latina convoca o cristão a redescobrir sua identidade de seguidor de Jesus e prosseguidor de sua missão.

Mantendo a metodologia ver-julgar-agir, a proposta do Documento de Aparecida parte da situação dos milhões de excluídos pela cultura de morte que assola o continente e aponta o ponto de chegada que é a vida em plenitude. Aponta exigências para uma Igreja em estado permanente de missão: desinstalação, conversão pastoral, compromisso com os rostos da pobreza, pastoral social organizada, pastoral urbana, planejamento pastoral, renovação da paróquia, criação de CEBs, protagonismo da mulher, etc. Indica também um itinerário de formação que possibilita à Igreja, aos discípulos missionários a vivência desta proposta: o encontro pessoal com Jesus, a vida em comunidade, a formação bíblica-teológica e a missão.

Fonte: Agenda Catequética 2012. Editora Paulus

Conferência de Santo Domingo

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A capital da República Dominicana foi sede da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, realizada em outubro de 1992, na celebração dos 500 anos da chegada do Evangelho no continente. Foi João Paulo II quem a convocou e abriu com o tema: “Nova evangelização, Promoção humana, Cultura cristã”, e o lema: “Jesus Cristo ontem, hoje e sempre” (Hb 13,8).

A Conferência com forte acento cristológico, se desdobrou em torno do eixo “nova evangelização”. Diante da cristianização da cultura, pretendeu definir um novo jeito de evangelizar e propôs o uso dos modernos meios de comunicação social, a fim de anunciar claramente Jesus Cristo.

Não empregou o método ver-julgar-agir e, enfocou mais a realidade cultural do que a social, diminuindo o impacto da opção pelos pobres e pela libertação. Teve mérito de dar grande enfoque às culturas afro-ameríndias e à religiosidade popular, insistindo na inculturação do Evangelho.

O protagonismo do leigo, do jovem e do adolescente na ação evangelizadora foi outro ponto forte de Santo Domingo, e essa Conferência deu um forte impulso missionário em toda a Igreja da América Latina.

Fonte: Agenda Catequética 2012. Editora Paulus

Conferência de Puebla

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“A evangelização no presente e no futuro  da América Latina” foi o tema convocatório da III Conferência Geral do Celam, realizada em Puebla de los Angeles, no México, no início de 1979. Foi aberta por João Paulo II com seu célebre discurso, em que enfatizou a “verdade sobre Jesus Cristo, sobre a missão da Igreja e a proclamação fundamental sobre a dignidade e a liberdade da pessoa humana”.  Avaliando o caminho percorrido desde o Concílio, passando por Medelín, o fio condutor dessa Conferência foi “comunhão e participação, como caminho de libertação integral para construir a civilização do amor”.

Atenta à realidade, mesmo sofrendo pressão interna e externa, a Igreja reafirmou a opção preferencial e solidária pelos pobres feita em Medellín. Porém, foi além, comprometendo-se em estar com  e junto deles, fazer com eles e a partir deles um caminho de libertação integral.

Fez-se também a opção pelos jovens, refletiu-se sobre as CEBs e a necessidade da evangelização libertadora. Assim, Medellín e Puebla foram e são para a Igreja na América Latina baluartes da renovação preconizada pelo Concílio.


Fonte: Agenda Catequética 2012. Editora Paulus

O Catequista e o Ano da Fé

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O Ano da Fé teve início dia 11 de outubro e se encerrará dia 24 de novembro de 2013. O Papa Bento XVI na Exortação Apostólica Porta Fidei, em que proclama o Ano da Fé, diz os objetivos: “Queremos uma conversão a Deus cada vez mais completa, para fortalecer a nossa fé n’Ele e para anuncia-lo com alegria ao homem do nosso tempo”. A Renovação da Fé deve ser prioridade!




 Em síntese, o que devemos guardar sobre o Ano da Fé:
 
 1.  É também um ano para celebrar:
Ø  50 anos do Concílio Vaticano II (1962 a 1965).
Ø  20 anos do Catecismo da Igreja Católica (1992)
Ø  Assembleia Sinodal sobre a Nova Evangelização (que foi realizada em Roma mês passado).
 
2.   Finalidades do Ano da Fé:
§  Renovação da Igreja.
§  Nova Evangelização.

3.  Algumas ações fundamentais:
v
  Refletir (aprofundar o conteúdo da fé).
v  Confessar a fé (confissão pública e individual do CREDO).
 Celebrar a fé  (na Liturgia).
 Testemunhar a fé (caridade).

 4.  Os meios e instrumentos para realizar essa tarefa
a) O Catecismo da Igreja Católica (que contém a síntese ou conteúdo da fé).
b) A “história da fé” (memória dos homens e mulheres que testemunharam a fé ontem e hoje).
c) Testemunho da caridade, porque a fé sem obras é morta.


Algumas ações durante o Ano da Fé:

 1.  Rever a Formação dos Catequistas

*       Em que cremos?

*       Por que cremos?

É preciso e possível proporcionar espaços de formação sobre o CREDO e sobre a Trindade. O Catecismo da Igreja Católica pode ser a fonte de inspiração. Também a Palavra de Deus que é a grande fonte da catequese. Mais do que a doutrina, a Palavra “amacia” o coração. 

Também é importante reforçar a formação básica dos novos catequistas. Sem formação a catequese perde seu vigor. Sem a verdadeira orientação sobre o núcleo da Fé cristã, o catequista costuma “encher” os encontros catequéticos de coisas que não são essenciais a fé, ao seguimento de Jesus Cristo. Daí a importância de reforçarmos a formação dos catequistas.


2. Cuidar da Espiritualidade do Catequista

Mais do que nunca será importante oferecer espaço de cultivo da intimidade com Deus. É possível pensar em manhãs, tardes ou dias de Espiritualidade (uma vez por semestre, pelo menos). Quem sabe até, um final de semana de retiro com o grupo de catequista.

Sem o cultivo da intimidade com o Amado, a vida vai perdendo o sabor, a catequese perde sua razão de ser. É a espiritualidade que mantem acesa a chama do Amor e a missão.

 3. Rever o Conteúdo da Catequese

Será importante rever o conteúdo da catequese que está sendo feita com crianças, jovens e adultos. Se o grupo usa um manual (livro) como instrumento, também deve ser avaliado. Há muitos “roteiros” ou “temas” dos encontros catequéticos que acentuam algum aspecto da história da salvação e não privilegia a vida de Jesus, por exemplo. Muitos manuais levam um ano para “contar” a história do povo de Jesus e há poucos temas sobre Jesus... Outros catequistas comunicam sua religiosidade pessoal (devoção) e não o essencial que é Jesus Cristo.

É preciso analisar, estudar o que é essencial a ser comunicado pela catequese, assim não perdemos tempo com o que é assessório. O Centro da Catequese é Jesus Cristo e sua mensagem: o Reino de Deus.

“Apresentar a pessoa de Jesus, sem maquiagem e fundamentalismos, como sentido máximo para a vida, muito além da Instituição, é fundamental! Proporcionar o encontro com Ele e a experiência do seu amor...Isso exige uma catequese mais “enxuta”, voltada para o essencial, despojada de tantos conteúdos e temas que podem ser compreendidos ao longo de toda a vida cristã”. Pe. Vanildo Paiva

Continuaremos a refletir sobre o catequista e o ano da fé...

Nossa agenda regional para o Ano da Fé decidida no ultimo encontro regional em maio:
           ·         Seminário Regional com os coordenadores diocesano da Dimensão Bíblico-catequética – de 17 a 19 de maio de 2013 com assessoria do Pe. Décio (assessor nacional).
 ·         Elaboração de algumas celebrações;
 ·         Aquisição do Catecismo da Igreja para todos os catequistas e motivar a todos que façam uso do mesmo e tenho como livro de referencia da catequese;
 ·         Adquirir os materiais publicados pela CNBB sobre o Concílio Vaticano II;
 ·         Postagem de publicações e matérias diversas sobre o Ano da Fé no blog da catequese regional – catequesenordeste3.blogspot.com.br
 ·         E outra atividade que cada diocese deverá criar em suas realidades especifica.

Coordenação da Dimensão Bíblico-catequética
Regional NE3 – Bahia e Sergipe

Outras preciosidades do Vaticano II

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Sem mudar as verdades da fé, o Concílio, além de nos dar uma nova visão de Igreja, levou-a a beber nas águas limpas de sua origem, purificando-a de devoções e práticas menos importantes, adquiridas ao longo de uma caminhada de vinte séculos.
Os decretos e as declarações os evidenciaram vários elementos que renovaram a vida e a prática eclesial:
Ø  Impulso ao ecumenismo e diálogo inter-religioso;
Ø  Maior visibilidade das Igrejas particulares, mais autonomia e colegialidade dos bispos;
Ø  Incentivo à organização das Conferências Episcopais;
Ø  Resgate da prática regular dos Sínodos;
Ø  O mistério e a vida dos presbíteros;
Ø  Estímulo à renovação da vida consagrada;
Ø  O protagonismo dos cristãos leigos, chamando-os a ocupar seu lugar na Igreja e assumir sua missão na sociedade, como sal da terra e luz do mundo;
Ø  Aprofundamento e difusão da Bíblia, incentivando a sua leitura;
Ø  Valorização dos meios de comunicação e da educação cristã como meios de progresso social.

Fonte: Agenda Catequética 2012. Editora Paulus.

Estudo sobre a Dei Verbum

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O programa Por trás das palavras está com uma nova séria, o estudo da Dei Verbum. Neste vídeo, Denis Duarte te convida a se aprofundar neste documento da Igreja que trata sobre a revelação divina.



O que é a Dei Verbum?

Neste programa, Denis Duarte nos mostra por que precisamos estudar a Dei Verbum e ressalta sua importância para todo cristão católico.


Revelação na Sagrada Escritura

A Dei Verbum em seu primeiro capítulo fala sobre a Revelação Divina, e Denis Duarte, nesse programa, explica um pouco mais sobre essa revelação.



















Tradição Apostólica nas Escrituras

Um dos pontos a se estudar na Dei Verbum trata da Tradição Apostólica nas Sagradas Escrituras. Assista esse vídeo e nos acompanhe nesta série "A Dei Verbum", no programa Por trás das palavras, com Denis Duarte.



Sagradas Escrituras e Tradição Oral

A Dei Verbum também trata da importância que a Tradição Oral tem sobre o ensinamento e estudo da Bíblia, e Denis Duarte usa como exemplo os ensinamento de Santo Agostinho. Acompanhe!


















Sagradas Escrituras, Tradição e Magistério

Outro ponto que a Dei Verbum aborda e a grande relação entre Sagradas Escrituras, Tradição e Magistério. Denis Duarte esclarece a importância de manter clara essa relação.

  

Inspiração e Interpretação Bíblica

Denis Duarte, cientista da religião e especialista em Bíblia, nos fala nesse vídeo sobre a Inspiração e a Interpretação da literatura bíblica, utilizando para isso a Dei Verbum. 



Importância do Antigo Testamento

Continuando a série "A Dei Verbum", Denis Duarte hoje nos fala sobre a importância do Antigo Testamento para o estudo e o entendimento Bíblico.




Entender o Novo Testamento

O que a Dei Verbum nos ensina sobre o Novo Testamento? Denis Duarte explica a importância dos textos bíblicos do novo testamento e os Evangelhos.







A Bíblia na vida da Igreja

As Sagradas Escrituras na vida da Igreja é o tema que contempla o ultimo capítulo da Dei Verbum em seis tópicos, neste programa, Denis Duarte explicará os três primeiros tópicos.






A Bíblia na vida Da Igreja II

Ainda estudando o ultimo capítulo da Dei Verbum, onde o tema é a Sagrada Escritura Na Vida Da Igreja, Denis Duarte explica os três tópicos restantes.



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