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Revista eletrônica Sou Catequista

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O Site Sou Catequista está com um projeto muito bom para os catequistas que se aventuram na rede: a revista eletrônica/aplicativo Sou Catequista. 

Você pode fazer o download do aplicativo clicando aqui. 


O conteúdo multimídia (vídeos, textos, fotos, áudios, etc) está rico e permite uma leitura dinâmica com subsídios que de fato podem enriquecer a nossa Catequese.
Dentre os vários textos escritos por inúmeros catequistas,  eu fui convidada a escrever na coluna "De catequista para catequista"(narrando um pouco dos meus desafios frente a missão) e Sandra escreveu  na coluna "Dinâmicas" (falando sobre a importância do uso correto das dinâmicas e ensinando uma dinâmica bem legal).

Muita gente boa colaborou nesta primeira edição, encontraremos lá também alguns catequistas já conhecidos por muitos de nós: Angela Rocha, Alberto Meneguzzi, Rosilana Foggiatto (que apresenta o Blog da Catequista Nena), entre outros.

Parabéns a todos que contribuíram com esse lindo projeto e em especial a Ana Paula Moreira Lima  que está na direção editorial da Revista.

Vida longa a esse projeto!
Carinhosamente,
Clécia


Novidades!!!!

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A COMISSÃO DE  ANIMAÇÃO BÍBLICO CATEQUÉTICA DA CNBB...
INFORMA!
DIA 1° DE ABRIL

...NOVIDADES NO BLOG 'CATEQUESE E BÍBLIA" 
 CONFIRA!!!
http://www.catequeseebiblia.blogspot.com.br/ 


Testemunhando

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Há muitos anos atrás eu vivi um dos momentos mais difíceis da minha vida. E por que contar só agora? Porque senti a necessidade de testemunhar o amor de Deus para os demais e até para mim mesma, reavivando a certeza que Ele não nos abandona jamais.
Era tarde de um dia qualquer, tinha acabado de chegar da escola em que trabalho e de repente comecei a ter uma hemorragia. Não sentia dor, apenas sangrava de maneira assustadora. Chamei minha mãe que foi logo diagnosticando: “Você deve estar com mioma!”. Fazia quatro meses que tinha feito exames ginecológicos de rotina e estava tudo bem.
Fomos ao posto médico. Em menos de duas horas utilizei três pacotes de absorventes tentando conter o fluxo que me deixava apavorada. Durante o atendimento, o médico exigiu que minha mãe saísse da sala. Ele nem me examinou, apenas me olhou e queria que eu admitisse um aborto, enquanto isso eu tentava convencê-lo que era virgem.
Ainda sem acreditar ele prescreveu duas injeções e disse que se eu estivesse mentindo ia ter problemas. Ao retornar para casa, era noite. Não dormi, a imagem sangrenta não saia da minha cabeça e eu tinha medo de adormecer e sangrar até morrer.
Dali a alguns dias eu faria alguns exames. De fato, tinha um pequeno mioma subseroso. Algumas mulheres da minha família tiveram miomas, mas isso surgiu depois dos 30, eu na ocasião tinha apenas 24 anos. No entanto, meu problema não estava resolvido já que o tipo de mioma que tenho não era a causa do sangramento.
O tempo passava. Eu conheci alguns médicos, fiz vários exames. Estava sempre anêmica, já que tivera outras hemorragias terríveis aqui e ali, chamando a atenção onde quer que estivesse. Os médicos sempre diziam que o fato de ser virgem dificultava o diagnóstico, pois eu poderia fazer todo tipo de exame. E eu, já meio chateada com isso só pensava: “Senhor, não é possível que ser virgem seja algo ruim!”.
Depois desses episódios eu haveria de questionar tantas outras vezes até onde seria vantagem cultivar a virgindade, a castidade. Tenho fé que Deus há de me perdoar por esses pensamentos infelizes.
Diante da minha dor, meditava inúmeras vezes o Evangelho segundo São Marcos (5,1-20). Suplicava que o Senhor me deixasse tocar Sua veste e também me curar, como fizera com aquela mulher da passagem bíblia. No entanto, muita coisa eu ainda deveria viver!
A minha última ginecologista é expert em um monte de problemas uterinos. Tinha fé que ela conseguiria uma solução. De imediato, ela decidiu que eu devia parar de menstruar por tempo indeterminado e me receitou um anticoncepcional.
O fato é que depois de usar a medicação eu passei a sangrar todos os dias. Embora tentássemos parar o sangramento com algumas medicações, de nada adiantou. Todos os dias eu estava menstruada, foi assim por mais de seis meses. Ouvi novamente que a virgindade atrapalhava o diagnóstico.
Nesse período, nosso pároco havia mudado. O sacerdote que aqui chegou celebrava uma Missa nas quintas ao meio dia, era a chamada Missa da Misericórdia, com adoração ao Santíssimo Sacramento e uma bênção com Jesus Eucarístico passando em nosso meio.
Minha mãe, exemplo de fé e paciência, me incentivava a ir a Igreja às quintas. Mas eu meio que relutante achava que se Deus quisesse me curar, poderia ser em qualquer lugar. Hoje eu creio que Ele nos quer diante Dele, diante do Sacramento do altar. No local e hora que Ele determinar e não quando eu achar que posso ou devo, no meu comodismo cotidiano.
Depois de meses, lá estava eu. Cheguei um pouco atrasada, resolvi ficar bem à frente, antes dos primeiros bancos, como nunca fiz. A Igreja estava lotada. Entoaram um louvor: “Te adorarei meu Deus, enquanto eu existir proclamarei as maravilhas que fizeste em mim.” Senti uma forte emoção, própria daquelas quando há entrega, me senti entregue.
Comovida, apenas pedia que se fosse da vontade Dele, que minha médica descobrisse um jeito de me ajudar. Sentia-me em paz. Senti-me tocada. Voltei pra casa com a sensação de ter feito um bem enorme a minha própria vida. Tinha confiança de que teria boas notícias na próxima consulta e que não mais ouviria: “Tua virgindade atrapalha o diagnóstico!”.
No dia seguinte, embora estivesse confiante, preparei meu corpo mais uma vez para o sangramento cotidiano. Nada acontecia. As horas passavam e nada acontecia. Fiquei calada, quietinha, tinha medo até de me emocionar e voltar a sangrar. Passou um dia, e outro, depois outro. Sim, Deus ouviu meu clamor e certamente as orações de minha mãe e daqueles que acompanhavam a minha história foram fundamentais!
Chegou o dia da consulta e a médica dizia não saber o que houve, mas que estava tudo bem sim. Meu útero ainda tinha o mioma, mas havia diminuiu o volume. Enfim, estava tudo normal. Eu pensava apenas: “É, a senhora não sabe o que houve, mas eu sei!”. Insistente em saber da minha intimidade ela perguntava já argumentando: “Por que você ainda é virgem? É falta de tempo, de namorado? Você é muito ocupada né?”. Eu, bem mais tranquila apenas disse: “Não, é convicção mesmo!”.
Poucas pessoas sabem o que houve de fato comigo. Outro dia, conversando com uma senhora, ela me chamava atenção dizendo que é preciso testemunhar para glorificar a Deus e ser exemplo de perseverança para os demais. Talvez seja isso mesmo. Só espero ser fiel a Deus, nos momentos de alegria e jubilo e principalmente na dor e na angústia.
Embora pareça vaidade, o ato de testemunhar revela a grandiosidade de Deus, que tudo pode e tudo faz para o bem daqueles que creem. É preciso crer, louvar e agradecer. O sofrimento muitas vezes é uma forma de nos aproximar de Deus e fazer com que nos voltemos para Ele com confiança!
Diante de tudo isso me fiz mais especial pra Deus? Claro que não! Todos nós somos especiais e Ele tem nos presenteado todos os dias com inúmeras bênçãos e milagres, os quais muitas vezes acabamos desvalorizando, achando que só importa o que é “sobrenatural”.
É só olhar ao redor e ver quantas maravilhas Ele tem feito por nós: Curas, prodígios, milagres, o dom da vida, a natureza, a paz interior, a família, a graça de perdoar. Por todas essas santas maravilhas, que Ele nos ajude a perseverar e renovar a fé a cada dia!

Clécia Ribeiro


O sentido de Cristo Rei segundo São Paulo

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Há tempos visito o Blog O Banquete da Palavra. Convido-vos  a ler esta reflexão que vem do além-mar.
Grata ao Padre José Luís Rodrigues por partilhar coisas tão necessárias, sempre.
Clécia


Domingo de Cristo Rei do Universo
20 de Novembro de 2011
"Deus será tudo em todos"
1Cor 15, 20-26ª,29 (20-26,28)

Alguns mestres ensinavam que não havia ressurreição dos mortos. Para refutar esta falsa doutrina, o Apóstolo Paulo primeiro estabeleceu uma base comum com os seus leitores, afirmando a ressurreição de Cristo. A evidência da ressurreição de Cristo é esmagadora. Não há confirmação mais forte de um evento histórico pelo testemunho ocular. No caso de Jesus, mais de quinhentas pessoas viram Jesus vivo depois que ressuscitou. A sua ressurreição não pode ser razoavelmente negada, e assim prova que há ressurreição dos mortos.
Por isso, as consequências da ressurreição de Cristo, são também evidentes. Cristo ou foi ressuscitado ou não. Se não foi, então a pregação apostólica foi em vão, porque acusavam Deus de algo que ele não tinha feito, e a fé é vã porque se apoia na ressurreição de Cristo. Se Cristo foi ressuscitado então todos os crentes serão ressuscitados com ele. Cristo foi o primeiro dos frutos, um sinal e uma garantia de farta colheita. Observe-se o raciocínio de Paulo: a meta máxima de Deus para o universo é que Cristo devolva a soberania de tudo a Deus depois de derrotar todos os inimigos. O último inimigo a ser derrotado é a morte, a qual Cristo venceria pela ressurreição. Sem esta, Cristo não venceria o último inimigo. Ele não entregaria o Reino a Deus e não seria depois "tudo em todos" ou o rei supremo de toda a criação. A negação da ressurreição frustra todo o plano de Deus para o universo.
Se não há ressurreição, o baptismo não tem sentido. Se for assim, aqueles que estavam sendo baptizados acreditando na ressurreição estavam apenas sendo baptizados para os mortos, para a sepultura. O sofrimento de Paulo e as escapadas por um triz da morte foram absurdas se esta vida é tudo o que existe. De facto, se não há ressurreição, deveríamos viver intensamente aqui, porque amanhã morreremos e tudo acabará para sempre. Mas, não a nossa condição divina, recebida no baptismo, que nos aponta uma outra realidade suprema, Deus, onde seremos felizes eternamente.
Mas, afinal, como são ressuscitados os mortos? Os oponentes de Paulo obje-ctaram contra a ressurreição porque não podiam imaginar como poderia acontecer. Paulo explicou a ressurreição por analogia. Enterrar um corpo é como plantar uma semente, porque a planta brota da semente, mas não se parece com ela. O corpo ressurgido sai do corpo enterrado, mas não se parece com ele. Deus tem muita experiência em preparar corpos adequados, por isso será capaz de providenciar facilmente um corpo adaptado à nossa existência eterna. Quando Cristo retornar, os mortos serão ressuscitados com corpos glorificados, os vivos serão mudados instantaneamente e todos serão levados ao grande julgamento do trono de Deus. A promessa de ressurreição deve motivar todos a perseverar e esperar no Senhor.

JLR

Jornada Mundial da Juventude (uma linha do tempo)

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A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) foi criada pelo Beato Papa João Paulo II em 1985, e consiste numa reunião de dezenas de milhares de católicos, sobretudo jovens, do mundo inteiro. O evento é celebrado a cada dois ou três anos, numa cidade escolhida pelo Papa, após diversas consultas.
Nos anos intermédios, as Jornadas são vividas localmente, no Domingo de Ramos nas dioceses. Para cada Jornada, o Papa sugere um tema. Durante as JMJ, acontecem eventos como catequeses, adorações, missas, momentos de oração, palestras, partilhas e shows. Tudo isso em diversas línguas. No dizer do Beato João Paulo II, "…a esperança de um mundo melhor está numa juventude sadia, com valores, responsável e, acima de tudo, voltada para Deus e para o próximo."

* Locais, datas e temas das JMJ
A Jornada Mundial da Juventude foi celebrada pela primeira vez, de maneira oficial, no Domingo de Ramos de 1986, em Roma e o tema escolhido foi "Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês" (1Pd 3, 15). A partir de de 1987 e depois, a cada dois anos ou três anos, como regra geral, a Jornada Mundial da Juventude foi celebrada em um determinado lugar do mundo.
Em 1987, os jovens foram convocados a Buenos Aires, Argentina. O tema da JMJ foi "Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor" (1Jo 4, 16).
Um (01) milhão de participantes escutaram as seguintes palavras do do Papa: "Repito ante vós o que venho dizendo desde o primeiro dia do meu pontificado: que vós sois a esperança do Papa, a esperança da Igreja." (…). Dois anos depois, 600 mil jovens foram em peregrinação à cidade espanhola de Santiago de Compostela, na Galícia.
Em 1991, um total de 1 500 000 participantes estiveram na JMJ, no santuário mariano da cidade polonesa de Czestochowa para juntos com o Papa meditarem o tema «Recebestes o espírito de filhos» (Rm 8,15) . Depois da queda do Muro de Berlim (1989), essa foi a primeira ocasião em que os jovens do Leste Europeu puderam participar sem problemas do evento eclesial de tamanha envergadura.
Meio milhão de jovens encontraram o Papa João Paulo II em 1993, na cidade de Denver, nos Estados Unidos, diante do impressionante cenário das Montanhas Rochosas. A VIII JMJ teve por tema «Eu vim para que teham vida e a tenham em abundância» (Jn 10,10) O maior encontro de todos os tempos teve lugar em 1995, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude em Manila, Filipinas, com 4 milhões de jovens, que meditasram com o Papa o tema «Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio» (Jn 20,21).
Em 1997, foram muitos jovens que responderam ao convite do Papa para a Jornada em Paris, França, com o tema «Mestre, onde moras? Vinde e vereis» (Jn 1,38-39). No encerramento o evento reuniu quase um milhão de pessoas.
O Jubileu do ano 2000 converteu-se também no jubileu das Jornadas Mundiais da Juventude, com o tema “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14).
Cerca de 2,5 milhões de jovens (segundo a imprensa local) reuniram-se em Roma para um novo mega-encontro com o Papa.
A cidade canadense de Toronto foi o palco do encontro de 2002, onde 800 mil pessoas encontraram-se para a última JMJ, com o peregrino João Paulo II. O tema desta JMJ foi “Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo" (Mt 5,13-14). O Papa lembrou a todos que o espírito jovem é algo que não pode ser sufocado: "Vós sois jovens e o Papa é idoso, e ter 82 ou 83 anos não é a mesma coisa que ter 22 ou 23.
Todavia, ele continua a identificar-se plenamente com as vossas esperanças e as vossas aspirações. Juventude de espírito! Embora eu tenha vivido no meio de muitas trevas, sob duros regimes totalitários, tive suficientes motivos para me convencer de maneira inabalável de que nenhuma dificuldade e nenhum temor é tão grande a ponto de poder sufocar completamente a esperança que jorra sem cessar no coração dos jovens."
A Jornada entre os dias 16 e 21 de Agosto de 2005 em Colônia na Alemanha (XX Jornada Mundial da Juventude, XX Weltjugendtag Köln 2005), foi a primeira após a morte do Papa João Paulo II. OP tema escolhido foi “Viemos adorá-lo” (Mt 2,2). O evento foi presidido pelo papa Bento XVI, na que foi a primeira viagem internacional do seu pontificado, e em que mais de um milhão de jovens se ajoelharam junto com ele na vigília de 20 de agosto de 2005. Nem a variedade de linguâs, culturas, distanciaram os jovens um dos outros.
Em julho de 2008, em Sydney na Austrália, aconteceu a XXIII JMJ como o tema: "Ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós e sereis minhas testemunhas" (At 1, 8). Em 20 de julho, na missa de encerramento, o Papa convocou os jovens do mundo todo para a XXIV Jornada Mundial da Juventude de 2011 em Madrid, Espanha. O tema do evento é: «Enraizados e edificados em Cristo, inabaláveis na fé» (cf. Col 2, 7). No final desta JMJ ele convocará os Jovens para a XXV JMJ, a ser celebrada na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.

Bento XVI e as JMJ
O Papa Bento XVI, continuando o legado de seu predecessor, falou na cerimônia de entrega da Cruz e do Ícone da JMJ de um grupo de jovens alemães para uma delegação de jovens australianos no Domingo de Ramos de 2006, associando também nesta peregrinação Maria, a Mãe do Divino Salvador: "Nossa Senhora esteve presente no cenáculo com os Apóstolos quando eles estavam esperando por Pentecostes. Que ela seja vossa mãe e guia. Que ela vos ensine a receber a palavra de Deus, a valorizá-la e meditá-la em seu coração (cf. Lc 2,19) como ela fez com sua vida. Que ela possa encorajar-vos a dizer o vosso "sim" ao Senhor ao viver "a obediência da fé". Que ela possa ajudar-vos a permanecer fortes na fé, constantes na esperança, perseverantes na caridade, sempre atentos à palavra de Deus. Ao observarmos Maria no Ícone carregando seu Filho, ela nos ensina como levá-lo para o mundo”.
Milhões de jovens nos últimos 20 anos participaram das Jornadas Mundiais da Juventude. Centenas de milhares mais participaram da graça do evento pelo seu encontro com a Cruz e o Ícone da JMJ e participando desde suas casas, paróquias e Dioceses dos dias da JMJ. Esses símbolos são apresentados ao mundo de forma mais contundente pelos jovens que os levam não por alguns momentos ou horas, mas pelo exemplo de suas vidas cristãs diariamente.





Esse texto faz parte do material que foi elaborado por Ir. Nery fsc e foi trabalhado conosco durante a atualização teológica na Diocese de Serrinha nos dias 15, 16 e 17 de Agosto de 2011.


Obrigada Ir. Nery,por ceder esse texto tão esclarecedor.


Catequistas Unidos na Expo-Rio Catequese!

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Copiei na íntegra as postagens da querida Sheila . Ela aguarda a opinião de todos lá no Blog Semeando Catequese. Leia:

Postagem 1:
O Papa Bento XVI disse para os Bispos: "O povo precisa de catecismo. Utilizem todos os meios de comunicação possíveis para transmitir a Palavra de Deus".
E o próprio Jesus disse: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda criatura”(Mc 16,15)
E qual o meio mais rápido e atual de obedecermos a tais ordens?
Evangelizando pela internet!
Lembram daquele cartaz que publiquei aqui?

Então... me coloquei à disposição da Irmã Lúcia, coordenadora da Pastoral Catequética na Arquidiocese do Rio de Janeiro, para apresentar nosso trabalho de "catequese virtual" por intermédio dos blogs e estou informando em primeira mão para vocês que nós iremos com muito carinho divulgar esta ferramenta preciosa na 3ª Expo-Rio Catequese!!!

Agora, eu gostaria de pedir a intercessão de vocês para que tudo dê certo, pois ainda não consegui todo o equipamento que ela me pediu (estão faltando a tenda e o datashow, pois o notebook e o modem já consegui emprestado com minha maninha Tatá).

E gostaria também de pedir sugestões do que devo levar de material, links interessantes para compartilhar com os catequistas que visitarem a exposição, etc...

Conto com a colaboração de todos, ok?

Postagem2:
Amigos, gostaria de pedir a opinião de vocês se ficaria legal fazer nosso banner da Expo-catequese assim:




E os folders assim:










Sabe o que eu queria pedir a vocês?


Que cada um mandasse, em uma folha apenas, tamanho A4, alguma coisa relacionada ao seu blog, dizendo por exemplo: quando e por que criou o blog, qual seu nome, paróquia, cidade/estado, idade, ou um testemunho relacionado à evangelização pela internet para que eu possa montar um painel para expor na tenda, o que acham?


Um grande beijo, cheio do Espírito Santo!!!

Amigos blogueiros, opinem lá no Semeando Catequese, a Expo-Rio Catequese tá ali, pertinho e a Sheila precisa de nossa colaboração para deixar tudo organizado.
Ahhh se nós pudéssemo, ajudaríamos mais de perto...


O crisma foi, para mim, a maior decepção

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Outro dia, após uma das muitas reuniões que estamos tendo para preparar a celebração da Crisma e o retiro dos crismandos, minha irmã questionava o porquê eu “insistia” em ser catequista.
Tentei explicar a ela de maneira direta o motivo que ainda me mantêm na Catequese, porém para minha surpresa, após alguns minutos de silêncio ela me questiona novamente: Mas por que logo de Crisma?
No início pensei que ela duvidasse da minha capacidade em ser catequista de Crisma, mas ela completou:
“A crisma pra mim foi minha maior decepção, eu espera muito de mim, da Igreja e da minha madrinha após o sacramento, mas nada aconteceu, ficou tudo igual ou pior. A preparação foi fraca, só fizemos falar da campanha da fraternidade e revisar tudo o que já tínhamos visto na catequese. As coisas eram pra serem diferentes, só porque tínhamos um cantor como catequista, tudo precisa ser cantado? Só porque a outra catequista era da RCC ela tinha que chorar todo encontro? Eu me lembro que antes de anunciarem quem estava preparado tinha que fazer um redação justificando o motivo pelo qual nos achávamos preparados para receber o sacramento e eu respondi que não estava preparada, que não era o meu momento, mas aposto que nem leram. Afinal, em uma turma de mais de 60 pessoas, como perder tempo lendo redações se no encontro seguinte já questionavam quem seria meu padrinho? Eu só tinha 15 anos, não sabia o que queria, e graças a Crisma e a catequistas como aqueles, até hoje eu não sei meu papel na Igreja, e é por isso que não vou as missas”.

Depois dessa confissão, fiquei sem argumentos. É um grito de socorro que ela deu. Eu sei que ela não vai às missas não só por esse motivo, têm muitos outros envolvidos. Hoje sei que minha irmãzinha, aquele a quem eu coloquei e incentivei no grupo de coroinhas, no grupo de oração do terço, apesar de todas essas vivencias, nunca teve um encontro pessoal com Deus.

Aproveito para me questionar e deixar a todos os que vão ler isso a seguinte pergunta: Que cristão eu estou encaminhando?



Sandra Avelino

Catequista da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Arquidiocese de Feira de Santana-Ba

Catequese em férias: é hora de avaliar!

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Quem assume uma missão tira férias? Claro que não!
No mês de junho, aqui no nordeste, celebramos o São João com bastante alegria. Em inúmeras cidades temos festa o mês todo, é período de colheita, alegria e férias escolares.
A catequese, por sua vez, acompanha as férias escolares, já que muitas crianças viajam com seus pais e por isso mesmo a frequência seria mínima nesse período. Mas e os catequistas o que fazem?
Os catequistas também tem direito a um período de “descanso” que embora seja curtinho pode ser aproveitado como cada um achar que deve ou possa fazer. No entanto, essa “paradinha” no meio do ano serve antes de qualquer coisa para avaliar o nosso fazer catequético, revisitar os objetivos estabelecidos no começo do ano e traçar novos horizontes.
Aqui na minha paróquia geralmente trabalhamos em dupla, portanto sugiro as duplas que sentem em um determinado momento e reflitam sobre alguns pontos relevantes:
• Os temas trabalhados tem sido de acordo a proposta da Paróquia?
• Os catequizandos frequentaram regularmente ou a rotatividade tem sido grande?
• Quantos pais ou responsáveis dos nossos catequizandos já conhecemos?
• O que foi bom durante esse semestre e quais são as oportunidades de melhoramento para o próximo? (uso aqui o termo oportunidade de melhoramento porque acho que nada foi completamente negativo, então não enumero pontos positivos ou negativos e sim pontos positivos e oportunidades de melhoramento).
• Temos chegado ao horário combinado ou nossa catequese sempre começa com atraso?
• A coordenação tem sido presente? Estamos participando das reuniões e atividades propostas por ela?
• Qual o grau de intimidade bíblica que apresentamos durante os nossos encontros? Esses encontros tem sido interessantes, dinâmicos? Nós temos conseguido prender a atenção das crianças? Elas participam com entusiasmo?
Enfim, existem inúmeros pontos que podem ser avaliados pelos parceiros de Catequese e cada dupla ou cada catequista pode traçar os seus.
Para as coordenações locais, ou mesmo a paroquial, sugiro que reflitam os seguintes pontos:
• Temos acompanhado o trabalho dos catequistas, visitando a Catequese no horário em que ela acontece?
• Propomos novidades?
• Ouvimos os catequistas e suas sugestões de atividades, encontros e formação?
• Sugerimos leituras e apresentamos materiais diversos que podem auxiliar no planejamento dos encontros?
• Estamos acompanhando o trabalho da Arquidiocese?
• Trabalhamos em unidade ou cada um trabalha por si e escolhe os temas de acordo ao que quiser?
• Os materiais que dispomos tem sido suficientes para uma Catequese mais lúdica e estimulante? Precisamos buscar mais?
• Nosso pároco se faz presente e tem interesse pela Catequese?
• Nossos catequistas têm acesso fácil a nós coordenadores? Ou pouco nos procuram?
• Quantos momentos de lazer temos proposto para o grupo?
• Quais são nossas propostas para caminharmos com os pais e outras pastorais?
• Como estão os encaminhamentos para as Primeiras Comunhões e a Crisma?
• O que foi bom neste primeiro semestre e quais são as oportunidades de melhoramento?
São de fato inúmeros os pontos que podemos elencar para avaliar este primeiro semestre em nossa Catequese. Aqui segue apenas um começo, breve, mas que deve trazer reflexão visando uma Catequese (catequistas, pais e catequizandos) cada vez mais participes e próximos de Jesus.
Lembre-se: as férias podem ser ainda melhores se avaliando voltarmos cheios de “gás”, pois avaliar é um instrumento poderoso quando se tem o compromisso de fazer sempre o melhor.

Clécia Ribeiro
(catequese.caminhando@gmail.com.br)
Catequista da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro



Este texto foi publicado originalmente no site Fé Católica

Catequese com adolescentes

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Ô etapa difícil (na minha opinião)!! Evangelizar adolescentes é um grande desafio, partilho com você um texto que nossa querida catequista Imaculada publicou no blog dela e eu achei muito interessante.







Essa etapa é a mais temida, acredito eu, pelos catequistas... Talves porque não estejam preparados para lidar com a transição em que eles passam nesse período...
Daí, a importância do catequista ler sobre "catequese conforme as idades", que o DNC vem tratar no capítulo IV...
Acredito também que essa seja a etapa onde eles mais precisam estar na catequese, em contato com outros da mesma idade e sendo orientado por um catequista, de preferência capacitado para trabalhar com essa idade...
Fico desolada, com a atitude de alguns pais que não querem, ou não faz questão de que o filho persevere na catequese, talvez pensando em descansar por um tempo e depois trazer para receber o próximo "diploma", a Crisma...
Cabe ao catequista não aceitar essa decisão e tentar de todas as formas conscientizá-lo de que essa é a etapa é muito importante...
Outro dia conversava com um catequista e ele me perguntava o que fazíamos com os catequizandos que recebiam a primeira eucaristia. E afirmava que na sua paróquia, a maioria sumia...
Disse que temos a etapa da perseverança, que são dois anos com temas próprios e depois disso, numa sequência, a catequese de crisma, mais dois anos...
Ele disse que na paróquia dele, não tem essa etapa, pois não tem catequistas...
Puxa, fiquei triste, pois existe lá uma lacuna, um vazio que não poderia ter...
Que bom se nossos párocos, nossos coordenadores, lessem esse diretório e com garra e coragem começassem um apelo à comunidade na busca de catequistas...
Rezemos ao Senhor, para que ele envie operários para essa grande messe...
Só rezar não adianta, precisamos ser o microfone na boca de Deus... Gritar aos quatro cantos se preciso for.
Peça nas missas, onde tem tantos esquentando bancos sem comprometimento... Coloque um "chamado" nas emissoras de rádio...
Façam um "manifesto" pelas ruas com faixas, afinal existem manifestos pra tudo, porque não para pedir catequistas...
Só não podemos é nos conformar e ficar no efeito "Gabriela": aqui é assim, sempre foi assim e sempre será assim...


195 do DNC
A adolescência, bem orientada, é um dos alicerces para o desenvolvimento de uma personalidade equilibrada e segura. Nesse período o adolescente cresce na consciência de si mesmo, de suas potencialidades, sentimentos, dificuldades e das transformações
que estão acontecendo em sua vida. Isso pode ocasionar desajustes emocionais e comportamentais, com os quais nem sempre saberá lidar. A característica principal dessa idade é o desejo de liberdade de pensamento e ação, de autonomia, da auto-afirmação, de aprendizagem do inter-relacionamento na amizade e no amor. Essa fase tão turbulenta nem sempre recebe os devidos cuidados pastorais, ocasionando um vácuo entre a Primeira Comunhão Eucarística e a Confirmação. Urge para os adolescentes um projeto de crescimento na fé, do qual eles mesmos sejam protagonistas na descoberta da própria personalidade, no conhecimento e encantamento por Jesus Cristo, no compromisso com a comunidade e na coerência de vida cristã na sociedade.

Atividades próprias para a catequese nessa idade são:
a) acolher o adolescente na comunidade e favorecer o compromisso real e fiel na mesma;
b) oferecer oportunidades para que, na busca do seu universo, nas suas descobertas, tendências e valores, o adolescente se sinta estimulado para a vivência cristã;
c) criar grupos de catequese de perseverança, coroinhas, adolescência missionária, animação, canto,teatro, cinefórum, escotismo, acampamentos,missão de férias;
d) promover atividades artísticas, danças, músicas;
e) realizar passeios, entrevistas, romarias, excursões; refletir temas próprios da idade, buscando auxílio das ciências, sobretudo a psicologia;
f) organizar equipes de serviços comunitários, tanto eclesiais quanto sociais;
g) alimentar a consciência de que o crescimento na fé requer uma formação continuada rumo à maturidade em Cristo (cf. Ef 4,13).

Fonte: Blog da Imaculada

PÁSCOA

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A palavra alegria é o que mais marca o sentido real do dia da Páscoa. A Páscoa indica um novo tempo, a passagem das trevas para a luz, para uma nova aurora. No seu verdadeiro sentido, ela nos tira do comodismo e nos leva a avançar nos compromissos de fé. Tem-se novo sentido, nova esperança e revigoramento na história de vida fundamentada na ressurreição de Jesus Cristo.

Como aconteceu com os apóstolos, hoje muitos têm dificuldade de entender a morte de Cristo, têm resistência em aderir a Ele, morto e ressuscitado, com convicção de fé. Realmente não é fácil, porque a fé supõe autenticidade e testemunho.

A dimensão da Páscoa é ilimitada. A salvação é para todos os povos, mesmo que isto não seja reconhecido universalmente. Deus não faz distinção ou acepção de pessoas. Todos aqueles que O temem e praticam a justiça lhe são agradáveis e acolhidos.

Dizemos que a Páscoa não combina com atitudes desumanas, impurezas descabidas, desejos maus e cobiça de possuir de forma desequilibrada. A vida ressuscitada deve ser coerente com a fé e o cumprimento dos preceitos de Jesus Cristo. É a morte dos maus comportamentos e das práticas religiosas que contradizem a fé cristã.O amor gera a fé na ressurreição de Cristo. Comunidade sem fé não é comunidade cristã. Portanto, nossas comunidades são convidadas a celebrar da melhor maneira possível os 50 dias de alegria pascal, continuar proclamando os ideais propostos pela Campanha da Fraternidade 2011 – “Fraternidade e Vida no Planeta” e fazer de todos os domingos do ano, celebração da ressurreição.

Páscoa é vida e ação concreta. Assim nossa identidade pascal é superada nas barreiras que separam as pessoas, fragilizando o empenho missionário na prática de comunidade, sendo confirmada nas atitudes de partilha, experiência de fé e crescimento do amor fraterno.

Celebrar a Páscoa é deixar-se invadir pelo amor misericordioso e libertador de Cristo, despertando nosso entusiasmo e confiança na vida. Com a Páscoa, a vida ganha plenitude e dimensão de eternidade.

Na alegria desta celebração pascal, que o Pai que transforme nossos corações com a força do Espírito Santo de amor, para que se integrem a esta festa, fazendo saltar de alegria nossos corações, pois, “Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos! Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia”. Assim seja! Amém.

Joel Duarte Benísio

Ministro da Palavra em Alfredo Chaves - Es


Catequese junto a pessoa com deficiência

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É impressionante como a internet cria pontes. Através do Site Catequisar conheci inúmeros catequistas, muitos dos quais estão em mim, me alegram e me animam mesmo sem nunca ter os visto de perto, mesmo sem nos falarmos tanto quanto gostaríamos.

Foi nessa idas e vindas na Internet que conheci o meu amigo Joseilton Luz , membro do Encontro de Casais com Cristo que se apaixonou pela Catequese e tinha mil e um planos para a mesma na ocasião. Vejo que ele ainda está entusiasmado e isso é maravilhoso, pois tem investido na Catequese da Arquidiocese de Maceió com todo seu empenho e dedicação. O interessante também foi descobrir que ele trabalhava com um amigo meu de infância. Oh mundo pequeno rs.

Joseilton participou recentemente do 5º Seminário Nacional de Catequese Junto a Pessoa com Deficiência, tema que me chama muito a atenção, mas que ainda não tive a chance de estudar, de conhecer e abraçar como deveria. Recentemente em nossa paróquia houve uma Oficina para Catequistas que desejam trabalhar com surdos e foi uma experiência linda, logo estaremos postando.

Deixo aqui o link do Blog da Arquidiocese de Maceió, onde Joseilton conta toda a experiência e a troca de saberes durante o Seminário. Espero que assim como a Arquidiocese dele, tantas outras Brasil a fora estejam investindo nessa temática pois a Catequese por sua natureza é inclusiva, no entanto não sabemos como trabalhar e quais recursos utilizarmos.

Clique aqui e saiba o que aconteceu por lá pelo Seminário Nacional de Catequese Junto a Pessoa com Deficiência!

Obrigada por partilhar conosco Joseilton!
Abraços fraternos,
Clécia

Encontro - Domingo de Ramos

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Olá queridos, paz e bem!
Encontrei esse lindo encontro no maravilhoso blog Catequese Infanto Juvenil. Quem ainda não conhece esse blog, não perca tempo, tem muita coisa legal lá.
Obrigada ao blog Catequese Infanto Juvenil por permitir que nós publicássemos esse encontro aqui.
Abraços,
Clécia e Sandra

TEMA: Jesus entra em Jerusalém
LEMA: Jesus é o rei humilde que o povo aclama com ramos e mantos espalhados pelo chão.
PREPARAR:Ramos de oliveira ou de outra árvore para todos,um crucifixo,retalhos de tecido,papel e lápis de cor.Preparar um altar na sala com toalha vermelha,bíblia aberta,velas,água,ramos em um vaso e cruz de mesa.
TEXTO BÍBLICO: Lc 19,28-38
ACOLHIDA: Partilhar a experiência de ter consolado alguma pessoa que está triste.
ORAÇÃO INICIAL: Oremos (pausa) , Jesus,nosso rei.Tu és humilde e simples, mesmo sendo nosso Deus e Senhor.Quando entraste em Jerusalém montado num jumento, foste aclamado como rei.Ensina -nos a acolher-te como rei de nosso coração,todos os dias de nossa vida.Amém.
(entregar esta oração em um papel ou cartãozinho, para todos os catequizandos fazerem a oração juntos e de preferência feita na porta da sala,ao final durante a oração do painel todos entram na sala).
MOTIVAÇÃO:Perguntar aos catequizandos,o que eles fazem para receber alguém que vem visitar a sua casa.E dizer que o povo da época de Jesus era muito receptivo ,e por isso Jesus foi bem recebido e aclamado como rei em Jerusalém.Sendo isso que veremos no encontro de Hoje.
PREPARANDO O TERRENO PARA RECEBER A BOA NOVA:Jesus nunca se cansou de caminhar.Após três anos de muito trabalho, tomou a firme decisão de ir para Jerusalém. Lá estava o lugar mais importante para os moradores daquele lugar: o templo.Jesus entrou naquela cidade e foi muito bem recebido pelo povo que estava nas ruas. Pegaram ramos para acenar e jogava mantos no chão para Jesus passar.
LEITURA BÍBLICA: Lc 19,28-38
EXPLANAÇÃO DO TEMA: Perguntar aos catequizandos:
1. Para onde Jesus foi com seus discípulos?
2. Quando se aproximou do Monte das oliveiras, o que Jesus pediu a dois discípulos?
3. O que fizeram os discípulos?
4. Como Jesus entrou na cidade de Jerusalém?
5. O que a multidão fez?
6. Porque todos aclamavam Jesus?
7. O que dizia a multidão?

Em seguida explicar aos catequizandos o sentido da missa de domingos de ramos e explicar o sentido da entrada de Jesus em Jerusalém.
ATIVIDADE: Distribuir um ramo de arvore para cada catequizando.Usando os retalhos que trouxemos, escrever em papéis e colar nos retalhos o que podemos fazer para agradar Jesus com a nossa vida.Colocar os retalhos, em forma de tapete,perto da Cruz de Jesus.Concluir rezando o Santo.
GESTO CONCRETO DA SEMANA:Colocar o ramo recebido neste encontro perto da bíblia.E colocar também um cartão com a frase: Jesus é o rei da minha família.Deixar durante toda a semana.Reunir a família e rezar um Pai - Nosso.
ORAÇÃO FINAL: Pedir a um catequizando para fazer a oração e em seguida cantar a música:"Hosana hey,Hosana ha".

A catequista Medusa

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Como alguns de vocês sabem eu tenho uma coluna no site Fé Católica. Escrevo sobre Catequese e tem sido desafiante. Escrevi esse texto para o site, mas ainda não tive coragem de enviar. Enviarei brevemente pois estou fazendo uma "homenagem" a uma catequista nossa. A homenagem que nunca pensei em fazer para alguém...

Diz a mitologia grega que Medusa é um monstro do sexo feminino com cabelos de cobra. Quem olhar Medusa vira pedra. Na vida real, Medusa é aquela catequista negativa, que raramente ajuda, pouco confraterniza, nada partilha, mas tece críticas violentas, aponta os erros e consegue muitas vezes paralisar todo um trabalho de evangelização.

Você conhece alguma catequista Medusa? Eu conheço e ela tem paralisado muita gente. Infelizmente nossas Igrejas estão cheias de Medusas. Elas falam manso e nunca dizem suas reais opiniões na frente dos párocos. Elas agridem as lideranças em momentos específicos de muito trabalho ou mais precisamente quando algo aparentemente não obteve sucesso. Aproveitam as fragilidades. Medusa é cruel, seu olhar é medonho, ela não mede as palavras, acusa, aponta e enfim consegue: paralisa!

Às vezes me pergunto onde esta a vitória de Medusa. Será que ela tem mesmo esse poder ou será que nós desconhecemos a nossa força? Até que ponto ela pode nos influenciar?

Trago essa reflexão porque é constante a queixa dos irmãos catequistas em torno de companheiros de pastoral sempre arrogantes e por vezes cruéis com todos. É triste ver alguém se afastar porque não suporta o outro, é triste ver alguém fingir que não percebe o quanto é cruel e porque não dizer infernal no trato com o irmão.

Trabalhar em grupo não é fácil, já sabemos. Na Igreja, há hierarquias, mas nem sempre sabemos ouvi-las, nem sempre sabemos como nos posicionar. Medusa não está preocupada com isso, ela vem e despeja de maneira egocêntrica o que acha que é melhor para todos – diga-se de passagem melhor para ela – ela incita brigas, exclui, faz questão de arrumar um jeitinho de dizer: melhor seria se você não estivesse aqui.

Qual o perigo de Medusa? Ela tem o dom de paralisar, de fazer com que acreditemos que Igreja é ninho de cobras, mas as cobras estão na cabeça da pobre coitada que consegue fazer um estrago tremendo quando não temos uma vida de oração e de partilha. Ela nos faz acreditar que somos pedra de tropeço, que de nada valemos e que melhor é se afastar para não se magoar e não atrapalhar.

Pobre Medusa. Ela se esqueceu que nós também sabemos das coisas, nós estudamos, nos preparamos, rezamos e buscamos informações que enriquecem nosso evangelizar e por isso mesmo já sabemos que a catequista Medusa - assim como sua xará mitológica – é mortal. Se ela se ver, assim como tem se mostrado, certamente vai paralisar.

Que tal paralisarmos Medusa? Ela precisar se olhar no espelho e enxergar que também é humana, assim como nós. Ela necessita compreender que a vida em comunidade exige partilha, diálogo, compreensão, vivencia e oração. Ela também precisa enxergar que muitas vezes se erramos é porque não temos medo de tentar acetar. Talvez ela tema, e ache que todos deveriam como ela andar com medo, cheios de cobras na cabeça.

É triste falar sobre isso, mas é necessário. Uma vez penetrados pelo olhar de Medusa é preciso ter coragem para olhá-la de frente, argumentar, esclarecer e não esmorecer. É preciso saber em quem colocamos a nossa fé e no dia que tivermos certeza disso, nem Medusa nem outro ser mitológico conseguirá fazer-nos parar, ao contrário, suas caraminholas e cobras na cabeça nos farão perceber que há muito o que fazer e além dos catequizandos, precisamos nos preocupar com a evangelização de cada catequista, de cada irmão.

Quando encontrardes uma Medusa podes até pensar: Estou cansado, entristecido, não suporto mais, preciso parar. Mas lute contra isso, pois se Medusas ainda existem elas são a prova mais concreta de que é preciso continuar.

Clécia Ribeiro

(catequese.caminhando@gmail.com)

Catequista da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro


CF 2011: Mãe Terra, o que deixaremos para seus filhos?

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Esse vídeo também é uma sugestão da Catequista Railda Neves para trabalharmos a CF 2011. Ele foi extraído do site Jornal Mundo Jovem, que por sinal tem excelente conteúdo.
Vocês podem achá-lo disponível também no Youtube. Para baixá-lo, devem ter instalado no computador um programa para esse
fim, sugiro o VDownloader ou o aTube Catcher, ambos disponíveis em sites para baixar gratuitamente .

Algumas pessoas estão nos pedindo para enviar vídeos, mas é só buscá-los no Youtube e baixá-los direto pro computador. Tenho
usado o aTube, acho mais rápido e fácil.



Eucaristia e ressurreição

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Há 3 anos Chiara Lubich partiu para o paraíso. Ouvi esta frase ontem e percebi que Chiara vive na sua obra ecumênica, o Movimento Focolare, o qual sempre ouvi a minha amiga Lúcia (Catequista da Paróquia Cristo Redentor) falar.

Lucinha, carinhosamente chamada, me apresentou ontem o Focolare e eu pude conhecer um pouco mais da Chiara, uma mulher extraordinária que pretendo conhece, quem sabe, vivendo o movimento.

Agradeço também a Irmã Marluce (querida Irmã Terezinha, carmelita) que partilhou comigo este texto e agora o partilho, como acho que Chiara gostaria de ser lembrada nesse dia: Falando de amor, do puro amor...


No Evangelho de João, Jesus afirma: "o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo"

( Jo 6,51b). E ainda: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia" ( Jo 6,54).

"... para a vida do mundo": a Eucaristia, portanto, serve já a partir deste mundo para dar a vida.

Mas, o que é a vida? Jesus o disse: "Eu sou a vida" ( Jo 11,25;14,6). Esse pão nutre-nos d’Ele já desde esta vida.

"E eu o ressuscitarei no último dia." A Eucaristia dá também a vida para o outro mundo.

Mas, o que é a ressurreição? Jesus também o disse: "Eu sou a ressurreição" ( Jo 11,25).

É Ele que dá início em nós à sua vida imortal, aquela que não é interrompida com a morte.

Ainda que o corpo seja corruptível, a vida, Cristo, permanece tanto na alma como no corpo, como princípio de imortalidade.

A ressurreição é um grande mistério para todos os homens que raciocinam com critérios humanos.

Mas existe um modo de viver no qual o mistério se torna menos incompreensível.

Ao vivermos o Evangelho visto pelo prisma da unidade, experimentamos, por exemplo, que, atuando o Mandamento Novo de Jesus, o amor recíproco leva a unidade fraterna entre os homens, que supera o próprio amor humano, natural.

Ora, esse resultado, esta conquista é efeito da atuação da vontade de Deus.

De fato, Jesus sabia que, se nós correspondêssemos aos seus imensos dons, já não seríamos "servos" ou "amigos" seus, mas "irmãos" seus e irmãos entre nós, porque nutridos da própria vida d’Ele.

Para mostrar que esta família é de outra natureza, o evangelista João usa uma imagem muito sugestiva: a da videira e dos ramos (cf. Jo 15). A mesma seiva — poderíamos dizer o mesmo sangue —, a mesma vida, ou seja, o mesmo amor (que é o amor com o qual o Pai ama o Filho) é-nos comunicado

(cf. Jo 17,23-26) e circula entre Jesus e nós.

Tornamo-nos, assim, consangüíneos, concorpóreos com Cristo.

E é, pois, no sentido mais verdadeiro e, sobrenaturalmente, mais profundo que Jesus, depois de sua ressurreição, chama os seus discípulos de "irmãos" (cf. Jo 20,17).

Ora, uma vez construída essa família do Reino dos Céus, como poderíamos imaginar uma morte que possa interromper a obra de Deus, com todas as conseqüências dolorosas que isto comporta? Não, Deus não nos podia colocar diante de uma separação absurda.

Ele devia dar-nos uma resposta.

E no-la deu revelando-nos a verdade da ressurreição da carne.

Ela, praticamente, não é mais, para quem crê, um mistério obscuro de fé, mas uma conseqüência lógica da vivência da vida cristã. Ela é portadora da imensa alegria de sabermos que nos encontraremos todos com aquele Jesus que nos uniu desse modo.

Chiara Lubich


Novas dicas para trabalhar a CF 2011 na Catequese...

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A catequista Railda Neves foi a formadora desta noite (25-02) do nosso curso de formação que acontece todo ano. Com o tema geral: "Sozinho, isolado, ninguém é capaz! " a semana de formação está empolgante.

Nossa formadora trouxe sugestões valiosas parar abrilhantarmos a Campanha durante todo o ano. Essas dicas servem para diversas idades e diversas etapas da Catequese. Tentarei reproduzir o que foi muito bem apresentado por Railda, catequista por excelência!
Estratégias de trabalho:
-Criar/celebrar o dia da Caatinga ou do Nordeste
--Realizar um lanche coletivo com comidas da região: Aipim, beijú (tapioca), frutas, sucos, etc...
--Falar dos biomas mostrando a perfeição da criação divina, mesmo em ambientes com menos água (falar da sobrevivência de espécies que se adaptaram às condições do clima árido, ou semi árido)

-Organizar o momento da História do Meio Ambiente
--Realizar entrevista com avós ou pessoas mais velhas da comunidade afim de que contem como era o local onde vivem a décadas atrás, relatando como eram as ruas, avenidas.
--Refletir sobre as mudanças, se realmente foram necessárias e se poderia ser de outras maneiras.

-Construção de maquetes que representem um meio ambiente saudável e um meio ambiente doente (achei isso a minha cara, kkkk, Pró de Geografia, kkk)

-Elaborar os combinados para preservar o Meio Ambiente
--Combinados são regras de convivência que estimulam o bom comportamento através de ações de respeito mútuo. Neste caso, devemos estimular o respeito pela Mãe Natureza. Tudo isso pode e deve ser feito à luz da palavra pois Deus criou tudo e por fim o homem, para que ele contemplasse, cuidasse e vivesse dos frutos da natureza. Os combinados podem ficar expostos para que outros vejam!

-Leituras de imagens
--Use recortes, imagens da internet e traga vários cartazes. Através destas imagens pode-se criar uma discussão, uma produção e acredito eu, acima de tudo, conscientização.

-Atividades lúdicas diversas
--Dinâmica do banquinho : Os catequizandos sentados e com uma palavrar geradora (exemplo: água) eles vão ter que ir respondendo outras que tenham ligação, quem não souber, pega seu banquinho e sai de mansinho.
--Audição de música. Railda nos sugeriu uma música ótima que vocês podem ter ou pesquisar por ai o nome é Pedra não é gente, de Caramez e Pepeu Gomes. Vejam o refrão:
É pedra,não é gente ainda
Quem não respeita a natureza
Não dá força pra beleza
Não considera a vida
Para escutar e ver um vídeo clique aqui!
--Elaboração de coreografia.
--Elaboração de história em quadrinhos.
--Mosaico ambiental: com imagens diversas ou como Railda sugeriu com fotos antigas do bairro, de locais e ambientes da comunidade (até mesmo de alguma propriedade da família, ou passeios) que mostrem a natureza.
--Poesias, lendas : Realizar a leitura e depois pedir que ilustrem.
--Memorização e distribuição do ABC ambiental .
--Eu sugiro também a criação de acrósticos, por exemplo:

Viver é bom quando temos um meio ambiente saudável
Infelizes somos nós quando agredimos a mãe natureza
Dias melhores virão se mudarmos nossos hábitos
Ainda temos tempo, mas é preciso mudar hoje!


Bem, espero que essas dicas da Catequista Railda Neves - da nossa paróquia- sejam luz e que façam outras luzes brilharem por ai...
Desejamos uma chuva de ideias, vindas como benção do céu.



Novas ideias para trabalhar a CF 2011 com crianças

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Márcia, obrigada por partilhar conosco suas ideias. Que Deus continue a ti iluminar!


Olá Clécia e Sandra,

Sou catequista da pré-catequese (crianças de 5 a 7 anos) desde 2003 e sei que essa etapa é muito difícil encontrar material para essa idade e além de que na minha turma tenho crianças de 3 até 7 anos, o que me faz buscar mais materiais e idéias para poder trabalhar com várias fases de idade, apesar da dificuldade é muito gratificante o resultado final.

Bom, o livro da CF esse ano está muito bom, mas para os pequenos precisa de adaptações. Através de algumas idéias tiradas do seu blog e vendo a necessidade de partilhar, venho hoje aqui para ajudar um pouco a irmã Renata e a todos.

Aqui está:

1º Acolhida (chegada das crianças à catequese)


2º Animação com canto e coreografia (música do cd Um lugar bem legal – cantinho da criança/Canção Nova – Faixa 2: O Papai do Céu criou tudo)


3º Saudação inicial (apresentação da Cf 2011 para os pequenos – usar palavras adequadas à idade e exemplos visuais simples)


4º Hora do cineminha: Tia Cecéu: História lixo é no lixo (essa idéia pequei no blog de vocês)


5º Olhando a realidade: Discussão, reflexão e conclusão do vídeo assistido (apesar da pouca idade as crianças gostam de partilhar suas idéias e através do que eles falam a catequista vai trabalhando a realidade para que reflitam e cheguem a uma conclusão, e muitas vezes eles chegam sozinhos ao resultado que nós catequistas tanto desejamos)


6º Oração da Cf ( Fazer a oração da Cf com calma e tranqüilidade, para que os pequenos possam ouvir e entender a oração, e também um meio deles se acalmarem, pois a próxima etapa precisa de atenção e silêncio)


7º Fazer a entrada da Bíblia e após proclamar a leitura do livro do Gênesis 1, 1-30 (a catequista deve ter o habito de manusear e ler a Bíblia para os pequenos – Ler devagar), após a leitura destacar as idéias do Livro da CF da página 10)


8º Fazer um Game de Jesus: Dinâmica (Dividir em duplas ou grupos, fazer perguntas sobre o tema trabalhado neste encontro – Quem fizer mais pontos ganha uma faixa que deve estar escrito algo assim: Sou filho(a) de Deus e Protetor da Natureza)


9º Vídeo da música do CF 2011 – Através das imagem do vídeo podemos trabalhar o canto da CF para os pequenos entenderem a questão da campanha desse ano e memorizarem a letra da música - irei usar este vídeo que está no meu blog: http://catequese-chamadodedeus.blogspot.com/2011/02/video-com-o-hino-da-campanha-da.html#comments


10ª Oração final conforme o costume de cada catequista (no meu caso, faço a oração do Pai-Nosso, Ave Maria, Anjo da Guarda e o Sinal da Cruz, e também peço que cada um faça uma oração espontânea, agradecemos por tudo que aprendemos e nos despedimos)


Esse planejamento é baseado no primeiro encontro do livro da CF 2011, e espero ter ajudado.


Meu blog: Catequese da comunidade de Santo Antônio e Nossa Senhora de Fátima: http://catequese-chamadodedeus.blogspot.com


Paz e Bem

Marcia


Trabalhando a CF 2011 com os mais pequenos

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Oi gente!

A nossa amiga Renata do Rerossini ( não do Blog Amando a Catequese como postei antes) , nos enviou um pedido o qual ponho a disposição de todos para que juntos a ajudemos.

Renatas, desculpem a confusão! rs

Olá Clécia e Sandra.

Em primeiro lugar quero que vcs tenham uma

maravilhosa caminhada neste 2011 e que Deus ilumine cada passo. Obrigada pela ajuda até o momento com dicas maravilhosas aqui postada e enviadas por email tbém.

Amigas mais uma vez vou pedir ajuda de vocês. Estava lendo o livro da CF e os encontros, as dinâmicas são super interessantes, aliás tudo nele é interessante. Minha duvida é o

seguinte: LEIO E RELEIO E NÃO VEJO COMO APLICAR COM MINHAS CRIANÇAS DE 05 E 06 ANOS.

As crianças são bem tímidas, quase não conversam

e não são alfabetizadas. Então não consegui ainda encontrar uma forma de trabalhar com elas. Vcs teriam algumas dicas??? POR

FAVORRRR rsrs. Agradeço desde já. ABRAÇOSSSSSSS.

Rê,

confesso que nós também temos dificuldades imensas em trabalh

ar com os menorzinhos. Eu e Sandra já pensamos em elaborar um projeto especial pra essa faixa etária, mais ainda não sentamos pra ver isso com calma.

Vamos tentar pensar algo e quem tiver mais ideias visita o blog da

Rê, ou deixa algo aqui que passamos pra ela e pra todos.

· Uma sugestão é fazer uma contação de história com o livro O Planetinha disponível no nosso álbum do picasa. Após a contação, falar do tema da CF 2011, associando-o ao livrinho (isso de forma bem breve, numa linguagem o mais fácil possível) e xerocar uma das partes do livro (sugiro a última gravura) para a turminha pintar. Em seguida expor as pinturas dos pequenos num varal.

· Levar para o encontro várias imagens como rio sujo, peixes mortos, queimadas, etc. Expor essas imagens no chão e pedir que a turminha sente ao redor para observar. Entregar a cada dupla uma imagem e pedir que conversem sobre o que veem e de que forma a natureza está sofrendo, quem pode ter causado aquilo. Depois criar uma lista a partir das sugestões dos catequizandos, com regrinhas. O título pode ser: Como cuidar do meio ambiente (ou outro que quiserem).

· Sessão Pipoca: Assistir a História Lixo é no Lixo da Tia Cecéu e fazer questionamentos as crianças. Você pode chamar uma por uma e a medida que forem respondendo premiá-la com um pirulito! Ahh e se a turminha sujar tudo é uma ótima oportunidade de separar o lixo juntos!

· Bem, não sei como é o espaço de catequese de vocês, mas poderíamos fazer a abertura dos trabalhos da Cf 2011 ou até propriamente da Catequese com o ato simbólico do plantio de uma árvore. Cada turma podia plantar uma árvore (observando o clima e as espécies locais). Para isso poderiam buscar uma parceria com a Secretaria de Meio Ambiente dos seus municípios ou algum horto.

Bem, por enquanto é só... dicas, ideia, receitas, sugestões, enviem pra gente e pra Rê também lá no Rerossini.

Rê espero que você goste e que a partir daí surjam outras ideias.

Beijoss,

Clécia

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